O GIPSY KINGS® by Diego Baliardo e Sidney Magal dividirão o palco em uma turnê criada especialmente para o público brasileiro. O espetáculo passará por cinco capitais entre novembro e dezembro de 2026, reunindo os clássicos da rumba flamenca com o repertório romântico e dançante do cantor brasileiro.

Sidney Magal participará de todas as apresentações como convidado especial durante o show do grupo. A proposta não é apenas colocar duas atrações na mesma noite: em um dos momentos centrais do espetáculo, os artistas estarão juntos no palco em um encontro inédito entre a música cigana, a rumba flamenca e a música popular brasileira.

A turnê começa em Porto Alegre, no dia 27 de novembro, e segue por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Gipsy Kings e Sidney Magal juntos no palco

O repertório do GIPSY KINGS® by Diego Baliardo contará com músicas que ajudaram a popularizar a rumba flamenca em diferentes países, como “Bamboleo”, “Djobi Djoba”, “Baila Me”, “Volare” e a versão de “Hotel California”.

A formação é liderada pelo guitarrista Diego Baliardo, integrante e cofundador do grupo original, e mantém no palco a característica combinação de vários violões, percussão e vocais associados à história do Gipsy Kings. Atualmente, diferentes formações comandadas por integrantes das famílias fundadoras preservam esse repertório pelo mundo.

Sidney Magal levará ao encontro sucessos como “Sandra Rosa Madalena”, “Meu Sangue Ferve por Você”, “Tenho”, “Me Chama Que Eu Vou” e “Se Te Agarro com Outro Te Mato”.

A combinação não acontece por acaso. Magal construiu grande parte de sua identidade artística misturando referências latinas, romantismo, dança, teatralidade e uma imagem diretamente ligada à figura do amante latino.

Turnê passará por cinco capitais brasileiras

Confira as datas anunciadas:

27 de novembro — Porto Alegre, Auditório Araújo Vianna
28 de novembro — São Paulo, Suhai Music Hall
29 de novembro — Rio de Janeiro, Qualistage
4 de dezembro — Belo Horizonte, BeFly Hall
5 de dezembro — Brasília, Centro de Convenções Ulysses Guimarães

A passagem por São Paulo acontece em um sábado, no dia 28 de novembro, na Suhai Music Hall. No dia seguinte, os artistas seguem para o Qualistage, no Rio de Janeiro.

Detalhes sobre horários, setores, valores e início da venda de ingressos devem ser divulgados pelos espaços e pela produção responsável pela turnê.

Sidney Magal celebra seis décadas de carreira

O encontro acontece durante as comemorações pelos 60 anos de carreira de Sidney Magal. Em 2026, o artista também colocou na estrada o espetáculo “Me Chama Que Eu Vou”, apresentado como um aquecimento para a celebração de sua trajetória.

A carreira de Magal começou ainda nos anos 1960, com participações em programas de rádio e televisão. Antes de se tornar um fenômeno popular, ele estudou canto lírico e música erudita, formação que mais tarde se somaria aos figurinos exuberantes, às coreografias e ao estilo performático que se tornaram suas marcas.

O sucesso nacional chegou principalmente no final da década de 1970, impulsionado por músicas como “Sandra Rosa Madalena” e “Meu Sangue Ferve por Você”. No início dos anos 1990, “Me Chama Que Eu Vou”, tema da novela Rainha da Sucata, apresentou Magal a uma nova geração.

A história do Gipsy Kings

O Gipsy Kings surgiu no sul da França a partir das famílias Reyes e Baliardo, ligadas à tradição musical cigana e à rumba catalã. Antes do sucesso internacional, os músicos se apresentavam em festas, casamentos, restaurantes e nas ruas da Riviera Francesa.

Diego Baliardo integrou a formação original ao lado de outros membros das duas famílias e hoje lidera seu próprio projeto, acompanhado por músicos de diferentes gerações.

A projeção mundial veio durante os anos 1980, especialmente com “Bamboleo” e “Djobi Djoba”. Ao longo das décadas seguintes, o repertório do grupo atravessou mercados, idiomas e gerações, ajudando a levar a rumba flamenca aos grandes palcos internacionais.

A história do Gipsy Kings também inclui o Grammy conquistado pelo álbum Savor Flamenco, premiado em 2014 na categoria então chamada de Melhor Álbum de World Music.

No Brasil, a união com Sidney Magal transforma esse repertório em um espetáculo pensado especificamente para o público local. A promessa é de que os artistas não apenas apresentem seus sucessos separadamente, mas criem juntos um dos momentos principais da noite.