Alfonso Herrera está fora da “nova era” do RBD. Culpa de Christopher Uckermann?

Um ativista. Um negacionista. Alguém que luta por causas raciais e sociais. Um ambientalista. As diferenças entre Alfonso Herrera e Christopher Uckermann podem ter ultrapassado as barreiras das bandeiras pelas quais eles lutam.

Nos últimos meses, Poncho esteve à frente de várias questões sobre coronavírus e refugiados, se tornando a principal figura do RBD na luta contra a pandemia. Já Ucker, que nega a existência do vírus e diz a máscara é o simbolo do silêncio dos governos contra seus povos, é o antagonista da história.

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Fato é que dentro de um mês, o agora quinteto trará uma novidade aos fãs. Da tão sonhada live até um CD recompilatório, são várias as hipóteses para a contagem regressiva que Anahi, Dulce Maria, Maite Perroni, Christian Chávez e Christopher Uckermann estão envolvidos.

Além da anunciada entrada dos álbuns de estúdio nas plataformas digitais, o grupo abriu um site – com o nome RB2 – com o anúncio de uma surpresa para o dia 4 de outubro. É a data em que se comemora o Dia Mundial do RBD. Todos os membros estão postando conteúdos sobre – menos Alfonso.

Ator de sucesso desde o fim do grupo, ele nunca escondeu que não era um grande entusiasta da retomada do RBD. Entretanto, sua luta pelo combate ao coronavírus acendeu a esperança dos fãs por uma atitude solidária.

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Anahí postou um vídeo nas redes sociais falando sobre o lançamento das músicas no Spotify e marcou todos os integrantes, menos Poncho. Além disso, o escritório T6hent, a frente do projeto, fez um post com uma foto do álbum “Nuestro Amor” marcando apenas os outros membros.

Anahí, Christian Chávez, Christopher von Uckermann, Dulce María e Maite Perroni postaram o mesmo vídeo nos stories, divulgando um link para que fãs do RBD se cadastrem. A voz dissonante é a de Alfonso Herrera.

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Até que se desvende o mistério sobre 4 de outubro, o enigma permanecerá: a convivência com o negacionista Chistopher Uckermann foi insuportável? Ou ele terá outra explicação para estar dentro do novo projeto.

Só o tempo dirá.

or que o RBD ainda é um fenômeno musical?

RBD subiu ao palco em 4 de outubro de 2004, com o lançamento de seu álbum de estreia, “Rebelde”, que devido às enormes vendas rapidamente chegou a Disco de Diamante e a Disco de Ouro no México, recebendo Disco de Ouro também no Brasil e Equador, além de Triplo Platina na Colômbia e Platina no Chile. “Nuestro Amor”, sua segunda produção, lançada em 2005, quebrou recordes ao alcançar o status de Platina após apenas 7 horas de lançamento. Nos Estados Unidos, recebeu o Disco de Platina, enquanto na Costa Rica obteve o Disco de Ouro. “Celestial”, sua terceira produção, lançada em 2006, impulsionou a banda mundialmente, recebendo um Disco de Ouro na Romênia, Espanha, Chile e Equador, além de Platina e Ouro no México. Como se isso não bastasse, eles conquistaram o público americano, alcançando o primeiro lugar na Billboard Latin Pop Albums. No Brasil, o sucesso foi replicado, ficando em primeiro lugar nas principais paradas e, por isso, “Celestial” também foi registrado em português. Depois de uma turnê mundial de sucesso, na qual conseguiram vender mais de 10 milhões de ingressos e se consolidarem nos Estados Unidos, o RBD lançou em 2006 seu álbum em inglês, “Rebels”.

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Com canções compostas por lendas da música, como Diane Warren [ela já trabalhou com Aerosmith, Toni Braxton, Starshio], em faixas como “Tu Amor” e “I Wanna Be The Rain”, o RBD ganhou Disco de Ouro no México, Espanha e Japão.

Empezar Desde Cero”, seu quinto álbum de estúdio [2007], ganhou quatro Discos de Platina e Ouro no México, Platina Dupla na Venezuela, Platina na Colômbia e Ouro em países como Brasil, Argentina e Espanha. Músicas como “Inalcanzable” e “Empezar Desde Cero” ficaram em segundo lugar na Billboard Latin Pop Songs nos Estados Unidos e em primeiro na Bolívia, respectivamente.

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Seu sexto e último álbum de estúdio, “Para Olvidarte De Mí” [2009], foi sem, dúvida, uma carta agridoce para seus fãs, na qual eles se despediram do palco de uma forma mais do que bem-sucedida, ficando em 3º lugar dos 100 Melhores Álbuns da AMPROFON, bem como no terceiro lugar na Billboard Latin Pop álbuns por seis semanas consecutivas.

Do México, Colômbia, Chile e Brasil, à Itália, Turquia, Reino Unido, Japão, Estados Unidos e Espanha, o RBD conseguiu quebrar a barreira do idioma e bater recordes, sendo o primeiro grupo de língua espanhola a encher totalmente o Estádio do Maracanã, no Brasil, em 2006, como artista principal, além de ser a banda latino-americana de maior bilheteria e venda com mais de 10 milhões de discos em todo o mundo, e os mais de 10 milhões de ingressos em sua turnê pelo mundo. Hoje, o RBD continua seu legado musical através do amor e das lembranças de seus fãs que compõem mais de 150 clubes oficiais em diferentes latitudes. A música está de volta!

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