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Habla, Pri

Vamos colocar os pingos nos is sobre Like, a nova geração do RBD?

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O Like já é considerado o novo RBD

Cada vez que usamos aqui a expressão “novo RBD” ou “nova geração do RBD”, a consequência natural é uma enxurrada de críticas.

“RBD só existe um, bradam os fãs!

De fato, RBD é aquele formado por Anahi, Alfonso Herrera, Maite Perroni, Christopher Uckermann, Dulce Maria e Christian Chávez. Esta questão é fechada. Tem ponto final.

Mas, que tal irmos aos fatos? Na semana passada, eu estive na coletiva de imprensa que apresentou o Like, novo projeto do Pedro Damián, aqui no Brasil.

Sim, agora a série e banda têm um nome e deve ser tratado como tal. No entanto, o argumento de que se trata apenas de mais uma das muitas tentativas do produtor de emplacar um sucesso igual a Rebelde, e não um novo Rebelde, caiu por terra.

+ Leia Mais: Integrante da nova formação vai lançar dueto com JLo

Like é sim a continuidade da saga de Roberta Prado, Mia Colucci, Lupita e companhia. Foi apresentada dessa forma. A própria Dulce Maria já havia admitido que a intenção era mostrar uma nova geração de adolescentes e continuar a história que ela, ao lado dos antigos companheiros, criaram.

E disse tudo isso com orgulho. Então, oras, porque os fãs têm tanta dificuldade para admitir que, oficialmente, Like é o novo RBD?

As histórias, obviamente, serão diferentes. O formato também, afinal serão 13 protagonistas de várias partes do mundo, incluindo o Brasil. Like chega para mostrar o universo digital na vida dos jovens, o mundo vertical, como foi anunciado na coletiva do aplicativo musical.ly, responsável pela seleção de talentos por aqui.

O vídeo de apresentação tinha até Christian Chávez como um dos protagonistas. Perguntada sobre a possibilidade de algum antigo integrante participar do projeto, a gerente de marketing do aplicativo, Raphaela Araújo, foi enfática: sim, existe, mas não há nada fechado neste sentido ainda. Nunca se esqueçam daquela foto de Christian e Anahi reunidos com Pedro Damián no ano passado falando, justamente, em nova geração.

Portanto, parem de ignorar o óbvio. Like é sim um RBD 2.0. Uma série antenada com o seu tempo, mas que nasceu da ideia de dar continuidade ao histórico projeto dos anos 2000. Se vai ser sucesso, aí já são outros 500. Torcer contra é infantilidade.

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