Danna Paola e J Balvin: quem subiu e quem desceu no primeiro semestre de 2020

O LatinPop Brasil segue a retrospectiva do primeiro semestre de 2020. Afinal, amanhã a gente inicia a etapa inicial do que é, certamente, o ano mais louco das nossas vidas.

Nós já listamos os 10 fatos que marcaram a música latina nesses primeiros seis meses, agora é hora de analisar: quem se destacou e ganhou estrelinha dourada, e quem está merecendo um sacode para recuperar nossa confiança.

DESTAQUE: OS 10 FATOS QUE MARCARAM A MÚSICA LATINA EM 2020

SOBE

Danna Paola

Quem acompanha a música latina já conhece a Danna Paola de outros Carnavais. A mexicana começou ainda menina como atriz. Sua voz chamou a atenção de Noel Schajris também quando era pequenininha. Mas o sucesso veio mesmo com a personagem Lucrecia, de Èlite. A vilã cheia de carisma colocou o nome da artista de 25 anos na boca do povo, como se diz popularmente. Nos quatro cantos do globo, todo mundo passou a conhecer Danna Paola.

E como não é boba nem nada, ela aproveitou a fama para alavancar a carreira como cantora. Enquanto fazia sucesso na produção da Netflix, ela lançou singles como Mala Fama, Polo A Tierra, Oye Pablo… até chegar à publicação do EP Sie7e, que ganhou uma versão estendida no início deste ano.

Seu último lançamento, TQ Y YA, uma homenagem ao mês do Orgulho LGBTQ+, consolidou seu lugar de destaque na indústria musical latina. Para a sorte de quem AMA essa fã de RBD soltando a voz, ela disse que agora vai se dedicar à música. Vida longa, Danna Paola, o grande destaque positivo do primeiro semestre de 2020!

Quem também subiu: Camilo, Morat, Jesse y Joy, Ricky Martin, Residente

DESCE

J Balvin

Há tempos que comentamos no LatinPop Brasil que J Balvin precisa parar, refletir, se reinventar. Seu último bom trabalho, de fato, foi Mi Gente, de 2017. Sim, colocaremos nesta conta as parcerias com Bad Bunny no ótimo álbum Oasis e o mega sucesso Con Altura (feat Rosalía).

Mas tem sido assim: ultimamente, ele se escora nos colegas para que possamos ver lampejos da genialidade de outrora. É notório que José está perdido. Enquanto Maluma, seu compatriota e contemporâneo, assimilou as críticas e acumula sucessos, o colega entrega trabalhos como Colores, um erro desde o inexistente conceito à pobreza criativa.

Sem contar atitude de J Balvin com Shakira desrespeitosa em uma entrevista concedida à Billboard na semana passada. Machista, incompreensível, imbecil, infantil, digno da turma do fundão da quinta série, ele debochou de sua capacidade profissional e fez insinuações sexuais sobre a sua “flexibilidade”. Um nojo!

Ontem, o colombiano lançou o penúltimo vídeo de Colores, Negro. Agora falta a faixa Arcoíris e a gente espera que ele feche essa era. E pare. Que tenha seu compatriota Maluma como exemplo e mude. Descansar a imagem é urgente. Tentar recuperá-la é o desafio.

Quem também desceu: Christopher Uckermann, Miguel Bosé, Rosalía, Anitta, Anuel AA

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