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El "paredón"

Eurovision – ZeroVisión: piores apresentações da Espanha no festival

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Rodolfo no Eurovision

Esta semana, em ritmo de preparativos para o maior festival de música das zooropa, e sendo um fã do festival, gostaria de dedicar o paredón para as apresentações mais ridículas peculiares da Espanha.

Para começar, não podemos não destacar o Elvis Espanhol, Rodolfo Chikilicuatre, que surgiu como uma brincadeira do incrível programa do Buenafuente da Sexta (Sexta – canal espanhol de televisão, pois a Espanha tem uma péssima criatividade para nomear canais – a um, a dois, a cadena três, a quatro, a telecinco e a sexta).

Em 2008, a Televisão Espanhola teve a péssima idéia de escolher o participante do Eurovision por voto popular na internet, e eis que surge Buenafuente, que seria uma espécie de Danilo Gentili e decidiu “brincar” com o festival escrevendo a pior musica possível. O público então decidiu votar nele. O resultado? Maior mico da Espanha no Eurovision. Veja abaixo:

Após nos recuperarmos desta atuação, vamos entrar na categoria zero pontos, destacando em “primeiro” lugar, empatada com a Turquia (ambas com zero pontos), a Remedios Amaya em 1983, cantando uma sofrível canção chamada Quién Maneja Mi Barca, vestindo uma linda cortina e com cara de “preciso ir ao banheiro”

Agora vamos aos triunfitos do Operación Triunfo, que nem sempre logram triunfar. O ano era 2009 e a mágica cantora era Soraya. Podemos dizer que a música até era Eurovisiva, mas eu tenho um segredo eurovisivo para contar para vocês: muitos acham que ela não agradou o público, mas é MENTIRA (BOMBAAAA). Mas assim como no meio da apresentação ela se fez desaparecer em pleno palco, nas votações ela fez também desaparecer seus votos. 😉

Agora vamos voltar a mais um zero. Antes de 2014 a Espanha já teve uma Conchita representando seu país, mas ela não era homem, tampouco barbada e muito menos ganhou o festival. O ano era 1965 e a música era Que Zero, Que Zero, Que Zero Que Bueno, Que Bueno, Que Bueno.

Lydia, a cantora do grupo Presuntos Implicados também foi ao Eurovision, em 1999. Não podemos deixar de dar a ela o prêmio de “cortina mais excêntrica” vestida por uma mulher em toda vida. Ela não era a Xuxa, mas pintou seu vestido com as cores do arco-íris também. Lydia cantou uma música que ninguém mais quis escutar, por isso levou o último lugar com a música No Quiero Escuchar.

Para finalizar esta seleção de músicas, as endemoniadas bruxas cantoras de Aserejé, não conseguiram convencer a Europa servindo um Blodymary em 2006, ficando em uma das últimas classificadas (21 de 24 músicas). Mas eu concordo com a Europa: a música foi muito desanimada. Acho que vai precisar de muita bruxaria para escrever outro Aserejé.

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