Connect with us

Eurovision

Fabrizio Moro e Ermal Meta estreiam versão de Non Mi Avete Fatto Niente para o Eurovision

Published

on

Fabrizio Moro e Ermal Meta representam a Itália no Eurovision 2018 com Non mi avete fatto niente

A Itália está oficialmente pronta para o Eurovision 2018. Fabrizio Moro e Ermal Meta publicaram na última sexta-feira (30) a nova versão de Non Mi Avete Fatto Niente, criada especialmente para o festival europeu.

+ Leia Mais: Amaia e Alfred estreiam clipe de Tu Canción, música da Espanha no ESC 2018

A dupla de cantautores foi forçada a mudar sua proposta para seguir o regulamento do Eurovision, que impõe que as canções não tenham mais do que três minutos de duração. Para isso, eles retiraram algumas partes instrumentais e reduziram o refrão. O objetivo era não perder versos que diminuíssem o significado da letra.

A estratégia é diferente da usada por Il Volo ou Francesco Gabbani. Todos eles também tiveram que reduzir suas canções para o festival, mas optaram por retirar estrofes inteiras.

+ Leia Mais: Veja Novo, o clipe da parceria de Laura Pausini e Simone e Simaria

O Eurovision 2018 acontece entre os dias 8 e 12 de maio em Lisboa, capital de Portugal. Até o momento, Ermal Meta e Fabrizio Moro não confirmaram presença em nenhum evento pré-festival.

Ouça a versão Non Mi Avete Fatto Niente para o Eurovision, de Fabrizio Moro e Ermal Meta

Letra de Non Mi Avete Fatto Niente (Eurovision) – Fabrizio Moro e Ermal Meta

Al Cairo non lo sanno che ore sono adesso
Il sole sulla Rambla oggi non è lo stesso
In Francia c’è un concerto la gente si diverte
Qualcuno canta forte, qualcuno grida a morte

A Londra piove sempre ma oggi non fa male
Il cielo non fa sconti neanche a un funerale
A Nizza il mare è rosso di fuochi e di vergogna
Di gente sull’asfalto e sangue nella fogna.

E questo corpo enorme che noi chiamiamo Terra
Ferito nei suoi organi dall’Asia all’Inghilterra
Galassie di persone disperse nello spazio
Ma quello più importante è lo spazio di un abbraccio

Di madri senza figli, di figli senza padri
Di volti illuminati come muri senza quadri
Minuti di silenzio spezzati da una voce
Non mi avete fatto niente

Non mi avete fatto niente
Non mi avete tolto niente
Questa è la mia vita che va avanti
Oltre tutto, oltre la gente
Non mi avete fatto niente
Non avete avuto niente
Perché tutto va oltre le vostre inutili guerre

C’è chi si fa la croce e chi prega sui tappeti
Le chiese e le moschee l’Imàm e tutti i preti
Ingressi separati della stessa casa
Miliardi di persone che sperano in qualcosa.
Braccia senza mani, facce senza nomi
Scambiamoci la pelle in fondo siamo umani
Perché la nostra vita non è un punto di vista
E non esiste bomba pacifista

Non mi avete fatto niente
Non mi avete tolto niente
Questa è la mia vita che va avanti
Oltre tutto, oltre la gente
Non mi avete fatto niente
Non avete avuto niente

Perché tutto va oltre le vostre inutili guerre

Cadranno i grattaceli
E le metropolitane i muri di contrasto alzati per il pane
Ma contro ogni terrore che ostacola il cammino
Il mondo si rialza col sorriso di un bambino
Col sorriso di un bambino
Col sorriso di un bambino

Non mi avete fatto niente
Non avete avuto niente

Perché tutto va oltre le vostre inutili guerre
Non mi avete fatto niente
Le vostre inutili guerre
Non avete avuto niente
Le vostre inutili guerre

Sono consapevole che tutto più non torna
La felicità volava
Come vola via una bolla

Eurovision

Itália x Espanha no Eurovision: países em direções opostas no festival

Published

on

O Eurovision para Itália e Espanha

Passada a ressaca do Euvovision Song Contest 2018 vencido pela israelense Netta, a hora é de analisar os países latinos no festival. No caso, nosso foco são os mercados acompanhados diariamente pelo LatinPop Brasil: Itália e Espanha.

Com Non Mi Avete Fatto Niente, Ermal Meta e Fabrizio Moro ficaram no honroso quinto lugar. Não chegou a ser surpreendente. Os italianos fazem direitinho a lição de casa desde que voltaram, em 2011, abocanhando o vice-campeonato com Raphael Gualazzi.

Desde então, só não ficou entre os dez melhores colocados em duas ocasiões: em 2014, com Emma Marrone (escolha interna, não sanremense) se arrastando sobre o palco, e em 2016, com a apenas correta apresentação de Francesca Michielin.

Meta e Moro não eram os favoritos nas casas de apostas. Sequer pontuaram bem entre o júri (17º), mas a performance pensada para a TV, quase didática, aliada à força da mensagem da música, conquistaram o público. No televoto, eles foram os terceiros colocados.

Muita gente contesta o método atual de escolha da Itália. O vencedor do Festival de Sanremo é automaticamente convidado a participar da competição europeia. Desde a implementação dessa metodologia, apenas Stadio, há dois anos, declinou do convite.

São dois eventos totalmente diferentes e pode ser que nem sempre o que vai funcionar em um, vai bem no outro. Contudo, a Itália aposta sempre na qualidade. Não abandona seu idioma nativo e consegue ser bem quista na base da elegância, da inteligência, da vocalidade. Sem pirotecnia, pura classe, pura história.

A Itália não erra. Ainda não acertou a mão para levar o evento para Roma, esteve muito perto em 2015 quando Il Volo foi o vencedor disparado do voto popular, mas perdeu força no júri, com a épica Grande Amore. Acabou em terceiro. Mas não há italiano passando vergonha no Eurovision.

A Espanha acumula fracassos. Ao contrário da Itália, não pode ver uma vergonha que já quer passar. Neste ano, o casal Amaia e Alfred, infantilmente apelidados pelos fãs de #Almaia, era a crônica de uma morte anunciada. Tu Canción parecia saída de uma trilha sonora da Disney. Faltava química à dupla. Enquanto ela possui uma voz digna de registro, o rapaz foi a Lisboa na esteira do romance. Desastroso. Deu sono. Faltou carisma. Foram três minutos eternos, principalmente no intervalo das enérgicas Ucrânia e Eslovênia. Os espanhóis e seus seguidores compraram a ideia de uma apresentação sensível e elegante. Levaram uma bela lição de Alemanha e Lituânia sobre como fazê-lo.

Por que a Espanha errou esse ano? Apostou em um fenômeno local. Achou que a Europa compraria o romance como eles, espanhóis, parecem ter retrocedido no tempo e comprado. Resultado: 18º para o júri. Vexatório 24º no televoto.

Geralmente levando personagens de segundo escalão, La Roja não consegue destaque. Não consegue olhar para o mercado além de seu umbigo. Não consegue despertar em seus próprios astros a vontade de participar do Eurovision. Qualidade é o que não falta na música espanhola, o erro é sempre na seleção sem originalidade, sem brilho. Hoje em dia, só para citar os últimos representantes, quem são Barei e Manel Navarro na fila do pão da mercado espanhol? Ou aquela Lucia? Pois é… Amaia e Alfred que preparem seu destino.

O único acerto foi a escolha de Pastora Soler com Quédate Conmigo, em 2012, quando o país alcançou a décima posição. Ruth Lorenzo também foi bem: Dancing In The Rain, em 2014, ficou no décimo lugar.

Nos dois casos, a coincidência que poderia ter levado a Espanha a um lugar melhor neste ano: baladas, vozes potentes, divas, máquinas de vento, efeitos. Uma fórmula batida que, se não leva o troféu, pelo menos não dá vexame. Imaginem uma apresentação sola da Amaia seguindo essa equação? E, claro, uma música com menos dose de glicose.

De Abraham Mateo a Antonio José, do Sweet California a Rozalén, ao sonho de Pablo López voz e piano (só imaginem isso!), há uma infinidade de alternativas. Quer espanhol de raiz? Apostem em India Martinez! O problema é que o Eurovision não convence a elite, virou produto de segunda linha na Espanha.

Não sei como vão se recuperar de mais um revés deste tamanho, mas é hora de sentar já e começar a traçar planos melhores para 2019. Outro shipping, crushing regional, ou o que seja, não vai convencer. A Espanha precisa crescer. Ser madura e segura de sua escolha para um festival visto por 200 milhões de espectadores ao redor do mundo.

A vitória de Portugal derrubou qualquer argumentação de que a vitória fica entre os votos de países vizinhos. É só fazer direito.

Continue Reading

Eurovision

Netta, com Toy, dá vitória do Eurovision 2018 para Israel

Published

on

divulgacao

Esta é a 63ª edição do Eurovision Song Contest e ela prova mais uma vez que a cada ano o Festival consegue surpreender e prender a atenção do público, ávido por canções novas, prêmios para o seu país e, mais do que tudo, curtir com os amigos todas as músicas que são apresentadas.

O microfone roubado durante a apresentação do Reino Unido, e aqui damos os parabéns ao profissionalismo da SuRiE ao manter o ritmo e concluir ainda com mais força a sua performance, não tirou o brilho do festival, que teve canções memoráveis.

Considerando-se o cenário global em que vivemos, marcado por guerras, repressões, intolerância, refugiados e governantes inquietos e impulsivos, o Eurovision deste ano não poderia ser diferente, com músicas que ressaltam o amor independentemente do sexo (Irlanda), enfrentam o bullying (Israel), o sofrimento dos refugiados (França), a busca por Deus (Áustria) e a importância da família (Alemanha). Encerrando o Festival relembrando os últimos atentados e questionando a ânsia por guerras, a Itália apresentou uma das letras mais marcantes.

Claro, efeitos pirotécnicos espetaculares, salto mortal e músicas animadas e extremamente dançantes também estiveram presentes. Quem esperava que criar uma música mixando o cacarejar de uma galinha cairia tanto no gosto do público, como fez Israel? Ou que o Fuego do Chipre conseguiria fazer com que todos começassem a se mexer e a querer dançar com seu ritmo quase latino? Não se esquecendo da apresentação criativa e divertida da Moldova com as portas e janelas se abrindo. E, por fim, quem não se lembrou da Xuxa descendo de sua nave durante a apresentação da Áustria? 😉

Ok, ok! Já vamos escrever sobre a seleção.

Pela votação dos jurados, a Áustria venceu com diferença de 18 pontos do segundo colocado, a Suécia, e significantes 59 pontos da terceira posição, Israel. Entretanto, pela votação do público, a Áustria recebeu apenas 71 pontos e acabou na terceira posição. Com uma mudança na tabela de votação do juri, o país que ganhou mais pontos do público foi Israel, seguido por Chipre, o que confirmou as expectativas das casas de apostas europeias.

O triunfo chega exatamente 20 anos depois da última vitória do país no evento com Dana Internacional e a canção Diva.

Veja o TOP 5 do Eurovision 2018

1º lugar: Israel [529 pontos]

2º lugar: Chipre [436 pontos]

3º lugar: Áustria [342 pontos]

4º lugar: Alemanha [340 pontos]

5º lugar: Itália [308 pontos]

 

Reveja a apresentação de Israel:

*** Thiago Gil está em Lisboa e representa o LatinPop Brasil na cobertura oficial do Eurovision Song Contest 2018

Continue Reading
Advertisement

Playlists

Advertisement
X