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[Exclusivo] Tini Stoessel: “O show do Brasil será surpreendente”

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O momento mais “estranho” de uma entrevista é o começo. Não a primeira pergunta, mas aquele espaço de tempo (que parece eterno) entre a chegada e justamente o começo da entrevista em si. Cada um reage de uma maneira, artista e jornalista. Conversa-se, toma-se água, arruma-se a pauta. Com a Tini Stoessel eu aproveitei para contar que acabo de voltar de sua cidade natal, Buenos Aires.

Conto que estava hospedada na Calle Corrientes, quase ao lado do Teatro Gran Rex, onde ela acaba de fazer três shows lotados. Uma das primeiras coisas que vi na cidade, digo, foi um letreiro gigante do show (a foto está no Instagram do LatinPop Brasil). Ela parece encantada com a notícia. Saca o celular, abre o Instagram e começa a me mostrar vídeos dos shows. A plateia absolutamente lotada. Tini ainda não acredita que, sozinha, sem Violetta, conseguiu o feito em um dos recintos mais tradicionais de Buenos Aires.

Na conversa, explico que estive na cidade para ver minha banda favorita, o La Oreja de Van Gogh (ainda contarei essa história por aqui). Tini se interessa, diz que não conhece muito sobre eles, “apenas uma música“. E começa a cantar Rosas, um dos maiores hits do grupo. Por sorte, o microfone já estava ligado.

Digo que todas são perguntas dos fãs, ela parece empolgada. Teremos surpresas para os tinistas brasileiros?

“(A Got Me Started Tour) já é uma surpresa por si só”, explica Tini Stoessel. “Essa é a primeira vez que canto aqui sozinha, com meu próprio show. Então já é tudo surpresa. Vou cantar todas as músicas do CD e também alguns covers de Justin Bieber e Beyoncé e algo de Violetta.”

Tini também falou sobre ter uma estrela na Calçada da Fama de Buenos Aires (“é algo eterno! Meus filhos verão, meus netos verão…), sobre a sua coleção Tini by Martina Stoessel e sobre a intensidade dos fãs brasileiros.

A entrevista completa com a Tini Stoessel você confere nos próximos dias, aqui no LatinPop Brasil

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Paty Cantú: “Entrar no reggaetón é uma mensagem de empoderamento”

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Natural é o novo single de Paty Cantú

Se você esperava um disco de Paty Cantú com Valiente, Amor Amor Amor e Rompo Contigo, saiba que as músicas entrarão como bônus track do próximo projeto discográfico da mexicana, #333, ainda sem data de lançamento divulgada.

O primeiro single oficial do álbum é #Natural, lançado no último dia 10. A música é resultado de anos de experiências culturais e musicais que transformaram a cantora desde o seu último trabalho, o Drama Queen En Vivo, de 2014.

Veja #Natural, o novo clipe da Paty Cantú (feat Juhn)

Assim como anterior, o novo CD também é um live. E com várias participações especiais ainda mantida em sigilo pela artista de 33 anos, nascida em Houston, mas criada em Guadalajara, no México.

“Tudo evolui na vida (…) Fazer reggaetón é também uma mensagem de empoderamento e tem tudo a ver com a fase que vivo”, disse Patrícia, que intercalava cada resposta com uma sonora risada.

O projeto foi gravado em sua terra natal e é bastante representativo em termos de raízes, de encontros e de descobertas. E ela é antenada. Ao falar de Brasil, citou Anitta como um exemplo de mulher de sucesso na música.

“Ela é lindíssima e muito talentosa (…) O Brasil teve várias bandeiras, de vários gêneros, mas agora é a vez dela”, disse a intérprete da inesquecível Corazón Bipolar.

Ela ainda lembrou a mensagem que mandou em português que levou os fãs brasileiros ao delírio no ano passado. “Foi uma maneira de me comunicar (…) Eles saem do Brasil e vão à Argentina, ao México para me ver. Acho que chegou a hora de eu retribuir e ir até vocês”.

Ouça a íntegra da entrevista de Paty Cantú ao LatinPop Brasil

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Exclusivo: Paty Cantú fala sobre novo disco, reggaetón e Anitta

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Paty Cantú lança novo single: #Natural

Se existe uma coisa que nenhum artista latino consegue disfarçar é a alegria de poder trazer sua arte ao Brasil. E foi assim que Paty Cantú atendeu ao telefone na tarde desta sexta-feira (10), dia do lançamento de seu novo single, #Natural, sua primeira incursão pelo reggaetón.

A artista de 33 anos, nascida em Houston, mas criada em Guadalajara, no México, é pura simpatia.  Contou que o flerte com o gênero urbano é uma consequência natural das experiências culturais e musicais que viveu nos últimos anos. E é com esse som que ela vai apresentar #333, um disco ao vivo com muitas participações especiais, que ela ainda mantém em segredo.

“Tudo evolui na vida (…) Fazer reggaetón é também uma mensagem de empoderamento e tem tudo a ver com a fase que vivo”, disse Patrícia, que intercalava cada resposta com uma sonora risada.

O projeto foi gravado em sua terra natal e é bastante representativo em termos de raízes, de encontros e de descobertas. E ela é antenada. Ao falar de Brasil, citou Anitta como um exemplo de mulher de sucesso na música.

“Ela é lindíssima e muito talentosa (…) O Brasil teve várias bandeiras, de vários gêneros, mas agora é a vez dela”, disse a intérprete da inesquecível Corazón Bipolar.

Ela ainda lembrou a mensagem que mandou em português que levou os fãs brasileiros ao delírio no ano passado. “Foi uma maneira de me comunicar (…) Eles saem do Brasil e vão à Argentina, ao México para me ver. Acho que chegou a hora de eu retribuir e ir até vocês”.

Estamos na torcida, Paty Cantú!

A entrevista completa com Paty Cantú você confere no LatinPop Brasil na próxima semana!

Veja #Natural, o novo clipe da Paty Cantú (feat Juhn)

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