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Sete nomes do reggaetón feminino para conhecer!

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Ivy Queen é uma das mulheres mais importantes do reggaeton

Hola, amigos de LatinPop Brasil!

O mundo se rendeu ao reggaeton, não tem pra onde correr! Depois do estouro de canções como Mi Gente, do J Balvin, Felices Los 4 do Maluma e Me Rehúso, do Danny Ocean, muitos artistas estão se enveredando no ritmo que já era mais do que obrigatório na música latina. Inclusive, as mulheres perderam o medo e se empoderaram o suficiente para cantar reggaeton.

Temos exemplos claríssimos de estrelas pop que já gravaram músicas do gênero: Becky G, Tini, Paty Cantú, Maite Perroni, até mesmo a americana Fergie, em parceria com Daddy Yankee! Porém, se não fossem algumas dessas cantoras que iremos apresentar nessa lista, talvez as outras não tivessem a mesma coragem de participar de um ritmo tão tipicamente masculino.

As mulheres do reggaeton

Mara Prada

Original da Colômbia, terra abençoada pelos deuses do Reggaeton, Mara Prada foi descoberta em 2001 graças ao reality show Popstars, e estourou com seu primeiro single, Oye. A cantora vive nos Estados Unidos desde 2011 e por lá, segue sua carreira como cantora de várias canções latinas direcionadas para as aulas de Zumba Fitness, super populares pelo mundo inteiro.

Farina

Outra colombiana que arrasa no reggaeton é Farina, cantora revelada pelo XvFactor colombiano. Original de Medelim, a moça não fica apenas no ritmo do momento, ela também já lançou músicas de dancehall (ritmo tipicamente caribenho, como as músicas do inicio de carreira da Rihanna) e r&b, estourando na música latina com o hit viral Pum Pum. Ela também faz algumas pontas de atriz e está seguindo sua carreira internacional, pelo selo da Roc Nation (a gravadora de Jay-Z, apenas).

Natti Natasha

Diretamente da República Dominicana temos Natti Natasha, que surgiu para o mundo graças a Dutty Love, parceria com Don Omar que lhe rendeu status de estrela do reggaeton. A cantora também já fez parcerias com Ozuna, Daddy Yankee e até mesmo uma parceria póstuma, com Selena (em Fotos Y Recuerdos).

Glory

A cantora porto-riquenha é uma das primeiras cantoras a se aventurar no reggaeton, lá em 1997. Sua carreira decolou com suas frases de impacto nas músicas, vide Suelta El Gabete e a sua parceria mais popular, com Daddy Yankee em Gasolina (sim, é ela quem grita o “DÁME MAS GASOLINAAAA”). Ela é uma das musas inspiradoras de várias das cantoras aqui citadas.

La Sista

A portoriquenha é original da cidade de Loiza, ao norte do estado, local muito conhecido por suas raízes africanas e pela larga quantidade de população negra. Dito isso, a cantora também conhecida como La Mussa del Reggaeton lançou seu primeiro disco em 2006, Majestad Negroide, e trabalhou com diversos artistas latinos (Jerry Garcia e Domingos Quiñones) durante sua passagem pelo reality show La Casa.

K-Narias

As irmãs gêmeas Gara e Loida, originais das Ilhas Canárias, na Espanha, formam a dupla reggaetoneira K-Narias, que surgiu em 2004. As moças tem o selo de aprovação dos Luny Tunes e já trabalharam com nomes como Nicky Jam, Jose Feliciano e Noriega.

Ivy Queen

Se Mara, Farina, K-Narias e diversas outras artistas se aventuraram no reggaetón, tudo foi graças a essa moça, que abriu espaço para o sexo feminino no gênero. Ivy Queen é “La Reina Del Reggaetón”, e não é a toa. Desde 1993 na ativa, a cantora e atriz possui mais de 10 discos e duas compilações de seus melhores sucessos. Um dos seus hits mais conhecidos é Que Lloren, que se popularizou como trilha sonora do game FIFA 2007.

EXTRA: Jofrancis

E quem disse que não tem brasileira se jogando no reggaeton? A paranaense Jofrancis Martins traz pra gente Trato, o seu novo single que aposta no ritmo do momento.

Faltou alguma artista que você gosta? Manda aqui pra gente nos comentários!

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Halloween – 8 músicas latinas para comemorar o Dia das Bruxas

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Será que a Shakira gosta do Halloween?

Todo ano é a mesma coisa: chega 31 de outubro e os patrulheiros da festa alheia começam com o discurso de que Halloween é uma celebração americana e não deveria ter qualquer impacto nos outros países. Mas hein? Que coisa chata!

O que diz a Wikipedia?

Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é uma celebração observada em vários países, principalmente no mundo anglófono, em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos. Ela começa com a vigília de três dias do Allhallowtide,[2] o tempo do ano litúrgico dedicado a lembrar os mortos, incluindo santos (hallows), mártires e todos os fiéis falecidos.

Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se do antigo festival celta da colheita, o Samhain, e que esta festividade gaélica foi cristianizada pela Igreja primitiva. O Samhain e outras festas também podem ter tido raízes pagãs.Alguns, no entanto, apoiam a visão de que o Halloween começou independentemente do Samhain e tem raízes cristãs.

Entre as atividades de Halloween mais comuns, estão festas a fantasia, praticar “doce ou travessura”, decorar a casa, fazer lanternas de abóbora, fogueiras, jogos de adivinhação, ir em atrações “assombradas”, contar histórias assustadoras e assistir filmes de terror. Em muitas partes do mundo, as vigílias religiosas cristãs de Halloween, como frequentar os cultos da igreja e acender velas nos túmulos dos mortos, permanecem populares, embora em outros lugares é seja uma celebração mais comercial e secular. Alguns cristãos historicamente se abstém de carne no Dia das Bruxas.

Aqui no Brasil, a gente gosta de comemorar o Dia das Bruxas, afinal todos temos um pouquinho delas, não é mesmo? E mais: a gente não só comemora o Halloween, essa festa tão americana, como ainda comemora com música latina. Quer ver só como é possível?

8 temas para comemorar o Halloween com música latina

Brujeria (Son de Sol)

Antes Que Salga El Sol (Nacha Pop)

El Último Hombre Vivo (Parade)

Lo Que Comen Las Brujas (Nacho Vegas)

Drácula Ye Ye (Doctor Explosion)

La Chica Vampira (Papa Topo)

No Es Serio Este Cenmeterio (Mecano)

Déjà Vu (CD9)

Bônus: Tem RBD no Halloween? Sempre tem!

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5 razões que fazem da El Dorado World Tour, da Shakira, um programa imperdível

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Shakira vem ao Brasil em outubro

A semana é da Shakira, bebê!

A colombiana vem ao Brasil para dois shows apresentando a El Dorado World Tour em São Paulo (21/10), praça em que já tem o sold out, e Porto Alegre (23/10), onde ainda restam pouquíssimos ingressos à venda.

Não que a gente precise te dar motivos para achar que qualquer evento com a Shakira seja imperdível, mas se te resta alguma dúvida de que vale a pena desembolsar alguns reais para ver a musa em ação, aqui vão eles!

+ Leia Mais: Cantora é orientada a não falar sobre política no Brasil

5 razões para não perder a El Dorado World Tour, da Shakira

1 – A última vez foi há sete anos

A última apresentação de Shakira no Brasil, em turnê, foi no ano de 2011, com a The Sun Comes Out World Tour, que iniciou em 2010, após o lançamento de seus álbuns She Wolf e Sale el Sol. E se ela demorar mais esse tempo todo para voltar?

 

 

2 – Shak mamãe

Logo, se faz sete anos que ela veio pela última vez, esta será a primeira vez que veremos a Shakira mamãe de Milan e Sasha em ação ao vivo.

E, sim, vamos morrer de inveja daquele rebolado todo, daquele corpão todo, mesmo depois de dois filhos.

 

3 – Setlist

Já deram uma olhada no setlist? Vai ter surra de hinos, sim! Shakira soube mesclar muito bem seus sucessos mais antigos com o repertório atual do premiadíssimo El Dorado. De Estoy Aqui a Chantaje, você vai poder cantar de tudo!

4 – Saúde vocal

Vocês estão lembrados de que toda a turnê foi adiada em função de um gravíssimo problema vocal que afastou Shakira da música no fim do ano passado? Dúvidas de que ela está pleníssima a gente não tem, mas quem não quer conferir seu vozeirão ao vivo outra vez?

5 – Shakira, né mores?

Totalmente autoexplicativo. Rainha da música latina, diva internacional. Reconhecida nos quatro cantos do globo terrestre. De Barranquilla para o mundo.

E aí, quem vem?

El Dorado World Tour – Shakira no Brasil

São Paulo

Data: 21 de outubro de 2018 (domingo)
Local: Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo /SP)
Horário: 15h30 (abertura dos portões)
Preço: R$ 120 a R$ 570 (valor não inclui taxa de conveniência)
Ingressos: http://www.livepass.com.br/ e www.myticket.com.br
Classificação etária: 16 anos desacompanhados. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais

Porto Alegre

Data: 23 de outubro de 2018 (terça-feira)
Local: Arena do Grêmio (Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 – Humaitá, Porto Alegre/RS)
Horário: 16h00 (abertura dos portões)
Preço: R$ 115 a R$ 490 (valor não inclui taxa de conveniência)
Ingressos: http://www.livepass.com.br/ e www.myticket.com.br
Classificação etária: 16 anos desacompanhados. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais

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