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Retrospectiva 2017

TOP 50 – As melhores músicas latinas de 2017 (parte 5)

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TOP30 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2016. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

A quinta parte do ranking tem todo o empoderamento de Becky G, o talento de Ermal Meta, Dvicio, Alvaro Soler, Morat e esse dueto de tirar o fôlego: Shakira e Nicky Jam!

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017

30 – Casi Humanos (Dvicio)

No ano do reggaetón, quem conseguiu fazer um bom pop/rock se destacou. O novo álbum do Dvicio é delicioso e o single Casi Humanos, cujo clipe foi gravado em seis segundos, é uma amostra do que os talentosos espanhóis são capazes de fazer.

29 – Yo Contigo, Tú Conmigo (Morat feat Alvaro Soler)

Era para ser só a trilha sonora do filme Minions, mas quem conseguiu ficar indiferente à união desses super talentos de Morat e Alvaro Soler?

28 – Perro Fiel (Shakira feat Nicky Jam)

Assim que foi anunciado o dueto de Shakira e Nicky Jam, a expectativa foi enorme. E, olha, o resultado não decepcionou. O clipe, talvez. Mas a música é certamente uma das melhores do álbum El Dorado, indicado ao Grammy Awards.

27 – Mayores (Becky G feat Bad Bunny)

Isso é o que nós chamamos de hinão! Becky G rompeu com o protocolo e reggaeteou na cara da sociedade com um single empoderado e sem mensagens subliminares. O papo contra o machismo aqui é reto!

26 – Vietato Morire (Ermal Meta)

Mais um italiano na lista. O clipe é sombrio, Ermal Meta não é exatamente um galã, mas que letra! Que musicão! A mensagem forte lhe rendeu o terceiro lugar no Festival de Sanremo que poderia, tranquilamente, ter sido o primeiro.

Retrospectiva 2017

TOP 50: A melhor música de 2017 foi… Despacito!

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TOP1 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Não tinha como ser diferente. Cantamos essa bola em março do ano passado: nada e nem ninguém conseguiria superar Despacito, hit do século de Luis Fonsi e Daddy Yankee! E olha que foi um ano de muita música boa, como mostra nossa playlist lá embaixo!

TOP 50: Despacito é a melhor música latina de 2017!

Vamos reproduzir aqui um texto publicado em março deste ano. Há dez meses, muito antes de todos os recordes batidos por Despacito.

“No início da semana, o LatinPop Brasil perguntou no Twitter quem deveria estampar nossas redes sociais nos próximos dias. O embate era entre Despacito, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, e Deja Vu, de Prince Royce e Shakira. Com 73% dos votos, a vitória foi do dueto porto-riquenho.

Ainda estamos em março. Escrevo este texto precisamente na noite de terça-feira, 21, enquanto espero o início do MasterChef Brasil. Durante a tarde, eu ouvi a música insistentemente. Foram inúmeras vezes de pasito a pasito, suave, suavecito e uma conclusão compartilhada entre a equipe do site: por mais precipitado que pareça, Despacito já é o hit de 2017, aconteça o que acontecer nos próximos oito meses e pouco que nos restam nesta temporada.

A música vicia logo na primeira audição e comigo não foi diferente. Contudo, eu aguardava Súbeme La Radio, a nova do Enrique Iglesias, para cravar o que senti desde o dia 12 de janeiro, quando Fonsi publicou o maior sucesso de sua irretocável carreira.

Pode ser que o novo disco da Shakira traga um grande sucesso. Pode ser que a Thalia tire algo da cartola. Pode ser que o Alvaro Soler volte a encantar o mundo com o seu repertório fresco. Pode ser que Jesse y Joy sejam Jesse y Joy e lancem uma reedição de Un Besito Más com mais uma letra irrepreensível. Pode ser o disco do Juanes seja o melhor de toda a sua carreira…

São muitos senãos e uma certeza. Todo mundo pode lançar grandes músicas neste ano, mas nada vai se comparar ao sucesso global de Despacito e tudo o que ela representa para o borícua de 38 anos, um baladista convicto até então, dono de textos que embalaram paixões mundo afora.

Vai dizer que você aí do outro lado da tela também não pensou WHAT? quando ele anunciou uma parceria com Daddy Yankee? Que não ficou aquela sensação de muito papo e pouca ação quando ele disse viria com um disco fresco e diferente de tudo o que havia feito quando as primeiras notícias sobre seu novo projeto discográfico foram divulgadas?

Basta olhar a capa de 8, seu último álbum, e as imagens que acompanham Despacito. É um novo Luis Fonsi no visual, na proposta, mas o velho Fonsi na qualidade.

Quando conversei com ele por telefone, em fevereiro, me lembro de ter perguntado exatamente sobre isso. Mudou o ritmo, mas o cuidado com o texto – ainda que muito salpicado pela sensualidade – permanece inabalável. Fonsi é Fonsi e a parte curiosa de tudo isso é que, apesar da trajetória sólida, o sucesso mundial e o consequente reconhecimento no Brasil vieram com uma mudança de atitude e gênero.

“O reggaetón é o novo pop”, me disse o intérprete de No Me Doy Por Vencido naquela ocasião. “Despacito é uma canção sensual, não sexual”.

O antes marginalizado gênero urbano precisava de adesões como essa. Precisava de um cantautor, como dizem os latinos, capaz de contar uma história caliente com delicadeza e qualidade na melodia e construção dos versos. Um refrão, um sub-refrão – ambos pegajosos – e uma história com princípio, meio e fim.

Ano passado, a minha música favorita chegou apenas em outubro: Reggaetón Lento, da CNCO. Antes, eu já tinha me apegado a Sofia (Soler), Duele El Corazón (Enrique Iglesias), mas a flechada mesmo veio com a banda multicultural. A mesma flechada que me acertou na primeira quinzena do ano com Despacito. E vai ser difícil aparecer algo que mude o curso dessa história”.

Ninguém mudou. Fim da história. Aliás, quase. Ainda faltam três Grammys Awards para disputar.

Despacito – Luis Fonsi e Daddy Yankee

Aperte o play e curta a playlist completa com as 50 melhores músicas de 2017

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Retrospectiva 2017

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017 (parte 10)

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TOP5 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Chegamos à reta final do nosso ranking nas companhias de J Balvin, Maluma, Pablo López e Pablo Alborán. Tá de bom tamanho, não é?

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017

5 – No Vaya A Ser (Pablo Alborán)

Que dúvida cruel eleger entre No Vaya A Ser e Saturno. Mudamos de opinião diversas vezes. Quando o disco é bom, acontece isso: qualquer faixa vai representar bem o trabalho. Ficamos com o frescor, as cores e a dança! Porque a música latina é assim!

4 – El Pátio (Pablo López)

Essa é aquela música que dá arrepio logo na primeira audição, aquele nó na garganta. Que talento é o Pablo López! El Pátio foi a primeira faixa promocional do disco Camino, Fuego y Libertad, igualmente sensacional! Foi, sem lugar a dúvidas, o melhor single lançado na Espanha no ano que passou.

3 – Felices Los 4 (Maluma)

“Vamos ser feliz, vamos ser feliz, felices los 4… y agrandamos el cuarto”. Quem não cantou, pelo menos uma vezinha, esse refrão em 2017? Maluma tem muitas famas – de arrogante, entre elas – mas aqui a gente escolhe o seu talento para lançar hit. Merece ou não merece o pódio?

2 – Mi Gente (J Balvin)

A gente já comentou aqui: a música foi lançada no ano errado. Não fosse pelo fenômeno Despacito, arrebataria todos os prêmios! Mas nada tira o mérito de J Balvin de fazer uma música com a melhor batida latina dos últimos tempos! Se até o Barack Obama se rendeu a esse hit, quem somos nós para contrariá-lo?

E a melhor música latina de 2017 é… (próximo post)!

 

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