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Retrospectiva 2017

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017 (parte 3)

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TOP40 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2016. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

A terceira parte do ranking tem as revelações italianas Maneskin e Enrico Nigiotti, Mon Laferte, Shakira e Antonio José!

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017

40 – L’Amore È (Enrico Nigiotti)

Depois de duas temporadas fracas, o X Factor Itália bombou em 2017. Prova disso é o que terceiro lugar ficou com essa preciosidade de Enrico Nigiotti. Segundo Fedez, um dos jurados do programa, foram as melhores palavras já escritas na atração.

39 – Chosen (Maneskin)

Se Enrico Nigiotti ficou com a tradição italiana no X Factor, Maneskin foi puro frescor. O grupo de jovens entre 18 e 19 anos acabou em segundo lugar, mas conquistou milhares de fãs com sua personalidade única!

38 – Mi Buen Amor (Mon Laferte feat Enrique Bunburry)

Voltando para a América Latina, vamos para a elegância de Mon Laferte e a viciante parceria com Enrique Bunburry. Mi Buen Amor é daquelas canções que deveriam atravessar gerações.

37 – Me Enamoré (Shakira)

O segundo single do álbum El Dorado, da Shakira, é uma declaração de amor ao marido, Gerard Piqué, cheia de ritmo e lembrando um pouco a colombiana dos velhos tempos. Não chegou a ser uma surpresa, mas foi muito bom ver a Shak cantando sozinha de novo!

36 – Tú Me Obligaste (Antonio José feat Cali y El Dandee)

Para quem cantou El Perdón em versão flamenca para vencer o La Voz Espanha, o Antonio José virou mesmo a página na carreira e caiu no reggaetón com essa música viciante! Ficou no repeat o ano inteiro!

Retrospectiva 2017

TOP 50: A melhor música de 2017 foi… Despacito!

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TOP1 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Não tinha como ser diferente. Cantamos essa bola em março do ano passado: nada e nem ninguém conseguiria superar Despacito, hit do século de Luis Fonsi e Daddy Yankee! E olha que foi um ano de muita música boa, como mostra nossa playlist lá embaixo!

TOP 50: Despacito é a melhor música latina de 2017!

Vamos reproduzir aqui um texto publicado em março deste ano. Há dez meses, muito antes de todos os recordes batidos por Despacito.

“No início da semana, o LatinPop Brasil perguntou no Twitter quem deveria estampar nossas redes sociais nos próximos dias. O embate era entre Despacito, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, e Deja Vu, de Prince Royce e Shakira. Com 73% dos votos, a vitória foi do dueto porto-riquenho.

Ainda estamos em março. Escrevo este texto precisamente na noite de terça-feira, 21, enquanto espero o início do MasterChef Brasil. Durante a tarde, eu ouvi a música insistentemente. Foram inúmeras vezes de pasito a pasito, suave, suavecito e uma conclusão compartilhada entre a equipe do site: por mais precipitado que pareça, Despacito já é o hit de 2017, aconteça o que acontecer nos próximos oito meses e pouco que nos restam nesta temporada.

A música vicia logo na primeira audição e comigo não foi diferente. Contudo, eu aguardava Súbeme La Radio, a nova do Enrique Iglesias, para cravar o que senti desde o dia 12 de janeiro, quando Fonsi publicou o maior sucesso de sua irretocável carreira.

Pode ser que o novo disco da Shakira traga um grande sucesso. Pode ser que a Thalia tire algo da cartola. Pode ser que o Alvaro Soler volte a encantar o mundo com o seu repertório fresco. Pode ser que Jesse y Joy sejam Jesse y Joy e lancem uma reedição de Un Besito Más com mais uma letra irrepreensível. Pode ser o disco do Juanes seja o melhor de toda a sua carreira…

São muitos senãos e uma certeza. Todo mundo pode lançar grandes músicas neste ano, mas nada vai se comparar ao sucesso global de Despacito e tudo o que ela representa para o borícua de 38 anos, um baladista convicto até então, dono de textos que embalaram paixões mundo afora.

Vai dizer que você aí do outro lado da tela também não pensou WHAT? quando ele anunciou uma parceria com Daddy Yankee? Que não ficou aquela sensação de muito papo e pouca ação quando ele disse viria com um disco fresco e diferente de tudo o que havia feito quando as primeiras notícias sobre seu novo projeto discográfico foram divulgadas?

Basta olhar a capa de 8, seu último álbum, e as imagens que acompanham Despacito. É um novo Luis Fonsi no visual, na proposta, mas o velho Fonsi na qualidade.

Quando conversei com ele por telefone, em fevereiro, me lembro de ter perguntado exatamente sobre isso. Mudou o ritmo, mas o cuidado com o texto – ainda que muito salpicado pela sensualidade – permanece inabalável. Fonsi é Fonsi e a parte curiosa de tudo isso é que, apesar da trajetória sólida, o sucesso mundial e o consequente reconhecimento no Brasil vieram com uma mudança de atitude e gênero.

“O reggaetón é o novo pop”, me disse o intérprete de No Me Doy Por Vencido naquela ocasião. “Despacito é uma canção sensual, não sexual”.

O antes marginalizado gênero urbano precisava de adesões como essa. Precisava de um cantautor, como dizem os latinos, capaz de contar uma história caliente com delicadeza e qualidade na melodia e construção dos versos. Um refrão, um sub-refrão – ambos pegajosos – e uma história com princípio, meio e fim.

Ano passado, a minha música favorita chegou apenas em outubro: Reggaetón Lento, da CNCO. Antes, eu já tinha me apegado a Sofia (Soler), Duele El Corazón (Enrique Iglesias), mas a flechada mesmo veio com a banda multicultural. A mesma flechada que me acertou na primeira quinzena do ano com Despacito. E vai ser difícil aparecer algo que mude o curso dessa história”.

Ninguém mudou. Fim da história. Aliás, quase. Ainda faltam três Grammys Awards para disputar.

Despacito – Luis Fonsi e Daddy Yankee

Aperte o play e curta a playlist completa com as 50 melhores músicas de 2017

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Retrospectiva 2017

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017 (parte 10)

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TOP5 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Chegamos à reta final do nosso ranking nas companhias de J Balvin, Maluma, Pablo López e Pablo Alborán. Tá de bom tamanho, não é?

TOP 50: As melhores músicas latinas de 2017

5 – No Vaya A Ser (Pablo Alborán)

Que dúvida cruel eleger entre No Vaya A Ser e Saturno. Mudamos de opinião diversas vezes. Quando o disco é bom, acontece isso: qualquer faixa vai representar bem o trabalho. Ficamos com o frescor, as cores e a dança! Porque a música latina é assim!

4 – El Pátio (Pablo López)

Essa é aquela música que dá arrepio logo na primeira audição, aquele nó na garganta. Que talento é o Pablo López! El Pátio foi a primeira faixa promocional do disco Camino, Fuego y Libertad, igualmente sensacional! Foi, sem lugar a dúvidas, o melhor single lançado na Espanha no ano que passou.

3 – Felices Los 4 (Maluma)

“Vamos ser feliz, vamos ser feliz, felices los 4… y agrandamos el cuarto”. Quem não cantou, pelo menos uma vezinha, esse refrão em 2017? Maluma tem muitas famas – de arrogante, entre elas – mas aqui a gente escolhe o seu talento para lançar hit. Merece ou não merece o pódio?

2 – Mi Gente (J Balvin)

A gente já comentou aqui: a música foi lançada no ano errado. Não fosse pelo fenômeno Despacito, arrebataria todos os prêmios! Mas nada tira o mérito de J Balvin de fazer uma música com a melhor batida latina dos últimos tempos! Se até o Barack Obama se rendeu a esse hit, quem somos nós para contrariá-lo?

E a melhor música latina de 2017 é… (próximo post)!

 

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