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Halloween – 8 músicas latinas para comemorar o Dia das Bruxas

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Será que a Shakira gosta do Halloween?

Todo ano é a mesma coisa: chega 31 de outubro e os patrulheiros da festa alheia começam com o discurso de que Halloween é uma celebração americana e não deveria ter qualquer impacto nos outros países. Mas hein? Que coisa chata!

O que diz a Wikipedia?

Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é uma celebração observada em vários países, principalmente no mundo anglófono, em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos. Ela começa com a vigília de três dias do Allhallowtide,[2] o tempo do ano litúrgico dedicado a lembrar os mortos, incluindo santos (hallows), mártires e todos os fiéis falecidos.

Acredita-se que muitas das tradições do Halloween originaram-se do antigo festival celta da colheita, o Samhain, e que esta festividade gaélica foi cristianizada pela Igreja primitiva. O Samhain e outras festas também podem ter tido raízes pagãs.Alguns, no entanto, apoiam a visão de que o Halloween começou independentemente do Samhain e tem raízes cristãs.

Entre as atividades de Halloween mais comuns, estão festas a fantasia, praticar “doce ou travessura”, decorar a casa, fazer lanternas de abóbora, fogueiras, jogos de adivinhação, ir em atrações “assombradas”, contar histórias assustadoras e assistir filmes de terror. Em muitas partes do mundo, as vigílias religiosas cristãs de Halloween, como frequentar os cultos da igreja e acender velas nos túmulos dos mortos, permanecem populares, embora em outros lugares é seja uma celebração mais comercial e secular. Alguns cristãos historicamente se abstém de carne no Dia das Bruxas.

Aqui no Brasil, a gente gosta de comemorar o Dia das Bruxas, afinal todos temos um pouquinho delas, não é mesmo? E mais: a gente não só comemora o Halloween, essa festa tão americana, como ainda comemora com música latina. Quer ver só como é possível?

8 temas para comemorar o Halloween com música latina

Brujeria (Son de Sol)

Antes Que Salga El Sol (Nacha Pop)

El Último Hombre Vivo (Parade)

Lo Que Comen Las Brujas (Nacho Vegas)

Drácula Ye Ye (Doctor Explosion)

La Chica Vampira (Papa Topo)

No Es Serio Este Cenmeterio (Mecano)

Déjà Vu (CD9)

Bônus: Tem RBD no Halloween? Sempre tem!

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5 segredos para o sucesso de Camila Cabello

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Camila Cabello está arrasando com estreia solo

Camila Cabello tem apenas 20 anos, mas um currículo invejável desde que explodiu no X Factor americano, em 2012, e foi escolhida para integrar a girlband Fifth Harmony.

Foram quatro anos de hits e, esperava-se, o auge da sua carreira. Sabem de nada! Karla Camila Cabello Estrabao ganhou o mundo mesmo sozinha. Seu debut solo, Camila, está no topo da Billboard 200 e só tem recebido críticas positivas. Até Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, está aos seus pés.

Havana, um dos singles do projeto, é hit! No YouTube, o vídeo lançado em outubro tem mais de 450 milhões de views. No Spotify, já são quase 600 milhões de plays. A fada cubana é tiro atrás de tiro!

Mas o que explica o sucesso da moça sem a companhia de Ally Brooke, Normani Kordei, Lauren Jauregui e Dinah Jane? Fórmula perfeita não tem, mas a gente tenta fechar a conta.

Os segredos do sucesso de Camila Cabello

1 – É eclética

Camila passeia muito bem entre vários ritmos musicais, incluindo o de sua origem, latina, o gênero do momento. A artista que cresceu ouvindo Alejandro Fernández e Célia Cruz cai no reggaetón, no pop, no ranchero. Se joga sem medo. E geralmente acerta.

2 – Girl/boybands

Já perceberam que, ao contrário do que acontecia em décadas passadas, quem se aventura na carreira solo tem conseguido se estabelecer? Que o digam Zayn e Niall Horan, ex-One Direction! Tudo bem que nenhum deles chegou perto dos números da colega, mas a saída gera expectativa pelo novo trabalho, pelo caminho a ser seguido. Antes, deixar um grupo de sucesso era sinônimo de fracasso.

3 – Paciência

Camila Cabello deixou o Fifth Harmony em dezembro de 2016. Apesar de singles avulsos, demorou um ano para lançar seu primeiro álbum solo. Teve paciência para não se jogar no desconhecido sem se cercar de uma equipe ainda melhor do que tinha em seu antigo grupo.

4 – Sem obviedades

Camila é dos poucos álbuns que você vai ouvir sem pular nenhuma faixa. É um pop de muita qualidade, que foge das batidas óbvias. Ela trouxe consigo uma legião de fãs dos tempos de Fifth Harmony, mas a fase solo já garantiu uma faixa etária que antes ela não alcançava. É música boa mesmo.

5 – Talento

Era muito talento mesmo ofuscado em um quinteto. Fora do grupo, Camila bateu asas e pode mostrar todo o seu potencial. A música agradece.

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Retrospectiva 2017

TOP 50: A melhor música de 2017 foi… Despacito!

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TOP1 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Não tinha como ser diferente. Cantamos essa bola em março do ano passado: nada e nem ninguém conseguiria superar Despacito, hit do século de Luis Fonsi e Daddy Yankee! E olha que foi um ano de muita música boa, como mostra nossa playlist lá embaixo!

TOP 50: Despacito é a melhor música latina de 2017!

Vamos reproduzir aqui um texto publicado em março deste ano. Há dez meses, muito antes de todos os recordes batidos por Despacito.

“No início da semana, o LatinPop Brasil perguntou no Twitter quem deveria estampar nossas redes sociais nos próximos dias. O embate era entre Despacito, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, e Deja Vu, de Prince Royce e Shakira. Com 73% dos votos, a vitória foi do dueto porto-riquenho.

Ainda estamos em março. Escrevo este texto precisamente na noite de terça-feira, 21, enquanto espero o início do MasterChef Brasil. Durante a tarde, eu ouvi a música insistentemente. Foram inúmeras vezes de pasito a pasito, suave, suavecito e uma conclusão compartilhada entre a equipe do site: por mais precipitado que pareça, Despacito já é o hit de 2017, aconteça o que acontecer nos próximos oito meses e pouco que nos restam nesta temporada.

A música vicia logo na primeira audição e comigo não foi diferente. Contudo, eu aguardava Súbeme La Radio, a nova do Enrique Iglesias, para cravar o que senti desde o dia 12 de janeiro, quando Fonsi publicou o maior sucesso de sua irretocável carreira.

Pode ser que o novo disco da Shakira traga um grande sucesso. Pode ser que a Thalia tire algo da cartola. Pode ser que o Alvaro Soler volte a encantar o mundo com o seu repertório fresco. Pode ser que Jesse y Joy sejam Jesse y Joy e lancem uma reedição de Un Besito Más com mais uma letra irrepreensível. Pode ser o disco do Juanes seja o melhor de toda a sua carreira…

São muitos senãos e uma certeza. Todo mundo pode lançar grandes músicas neste ano, mas nada vai se comparar ao sucesso global de Despacito e tudo o que ela representa para o borícua de 38 anos, um baladista convicto até então, dono de textos que embalaram paixões mundo afora.

Vai dizer que você aí do outro lado da tela também não pensou WHAT? quando ele anunciou uma parceria com Daddy Yankee? Que não ficou aquela sensação de muito papo e pouca ação quando ele disse viria com um disco fresco e diferente de tudo o que havia feito quando as primeiras notícias sobre seu novo projeto discográfico foram divulgadas?

Basta olhar a capa de 8, seu último álbum, e as imagens que acompanham Despacito. É um novo Luis Fonsi no visual, na proposta, mas o velho Fonsi na qualidade.

Quando conversei com ele por telefone, em fevereiro, me lembro de ter perguntado exatamente sobre isso. Mudou o ritmo, mas o cuidado com o texto – ainda que muito salpicado pela sensualidade – permanece inabalável. Fonsi é Fonsi e a parte curiosa de tudo isso é que, apesar da trajetória sólida, o sucesso mundial e o consequente reconhecimento no Brasil vieram com uma mudança de atitude e gênero.

“O reggaetón é o novo pop”, me disse o intérprete de No Me Doy Por Vencido naquela ocasião. “Despacito é uma canção sensual, não sexual”.

O antes marginalizado gênero urbano precisava de adesões como essa. Precisava de um cantautor, como dizem os latinos, capaz de contar uma história caliente com delicadeza e qualidade na melodia e construção dos versos. Um refrão, um sub-refrão – ambos pegajosos – e uma história com princípio, meio e fim.

Ano passado, a minha música favorita chegou apenas em outubro: Reggaetón Lento, da CNCO. Antes, eu já tinha me apegado a Sofia (Soler), Duele El Corazón (Enrique Iglesias), mas a flechada mesmo veio com a banda multicultural. A mesma flechada que me acertou na primeira quinzena do ano com Despacito. E vai ser difícil aparecer algo que mude o curso dessa história”.

Ninguém mudou. Fim da história. Aliás, quase. Ainda faltam três Grammys Awards para disputar.

Despacito – Luis Fonsi e Daddy Yankee

Aperte o play e curta a playlist completa com as 50 melhores músicas de 2017

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