Conecte com a gente
Null

Listas

5 músicas que não podem faltar na turnê de Enrique Iglesias e Pitbull

Publicado

em

Enrique Iglesias e Pitbull farão turnê conjunta

Estamos com ciúmes? Estamos não vamos negar. Estamos com inveja? Estamos, não vamos negar? Queríamos aqui? Queríamos, e isso a gente pode afirmar com todas as letras. O Enrique Iglesias e o Pitbull anunciaram uma turnê especial. Sim. Os dois juntos! Mas só vai ter shows nos Estados Unidos e no Canadá.

Para piorar a situação (para nós, não para quem vai aos shows, é claro), quem vai abrir a Enrique Iglesias e Pitbull Live Tour é ninguém menos que a CNCO. Sim, a boyband latina mais arrasadora da atualidade.

Sim. Uma turnê que vai reunir no mesmíssimo palco Enrique Iglesias, Pitbull e CNCO.

E ela não vai passar pelo Brasil.

A gente podia fazer as recalcadas e fingir que a gente não se importa…

… mas na verdade a gente se importa sim. A gente se importa tanto que a gente queria essa turnê aqui no Brasil. Em várias cidades. Uma em cada capital. Pra não ter reclamações dos fãs de nenhum canto do país. A gente merece, vai?

Bom… Feito o nosso protesto, a gente também vai fazer alguns pedidos. Porque tem algumas músicas que não podem faltar em uma turnê que reúna Enrique Iglesias e Pitbull não é mesmo?

Até porque todas as 325435896 músicas que eles já gravaram juntos seriam mais do que suficientes para encher não uma, mas duas turnês. Ou talvez até três.

E também tem algumas músicas que nem são dos dois, mas que a gente nem iria reclamar se aparecessem nesses shows, viu? ??

Quer ver só?

5 músicas que não podem faltar na turnê de Enrique Iglesias e Pitbull

I Like It

Porque ela é a essência da dupla Enrique e Pitbull

I’m a Freak

Porque ela também é essência da dupla Enrique e Pitbull

Messin Around’

Porque ela é o single mais recente deles, né?

Duele El Corazón

Wisin que nos perdoe, mas seria bem legal ver uma versão com o Pitbull

Hey Ma

Já pensou se um desses shows ainda ganha a participação surpresa de Camila Cabello e J Balvin?

Bônus: Tan Fácil (Spanish-Portuguese Version)

Porque seria sinal que eles vieram pro Brasil. E também trouxeram a CNCO, que já está garantida nos EUA, né?

Ah, mas o apelo vai continuar!

Por favor, por favorzinho. Tragam essa turnê pro Brasil!

Listas

5 segredos para o sucesso de Camila Cabello

Publicado

em

Camila Cabello está arrasando com estreia solo

Camila Cabello tem apenas 20 anos, mas um currículo invejável desde que explodiu no X Factor americano, em 2012, e foi escolhida para integrar a girlband Fifth Harmony.

Foram quatro anos de hits e, esperava-se, o auge da sua carreira. Sabem de nada! Karla Camila Cabello Estrabao ganhou o mundo mesmo sozinha. Seu debut solo, Camila, está no topo da Billboard 200 e só tem recebido críticas positivas. Até Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, está aos seus pés.

Havana, um dos singles do projeto, é hit! No YouTube, o vídeo lançado em outubro tem mais de 450 milhões de views. No Spotify, já são quase 600 milhões de plays. A fada cubana é tiro atrás de tiro!

Mas o que explica o sucesso da moça sem a companhia de Ally Brooke, Normani Kordei, Lauren Jauregui e Dinah Jane? Fórmula perfeita não tem, mas a gente tenta fechar a conta.

Os segredos do sucesso de Camila Cabello

1 – É eclética

Camila passeia muito bem entre vários ritmos musicais, incluindo o de sua origem, latina, o gênero do momento. A artista que cresceu ouvindo Alejandro Fernández e Célia Cruz cai no reggaetón, no pop, no ranchero. Se joga sem medo. E geralmente acerta.

2 – Girl/boybands

Já perceberam que, ao contrário do que acontecia em décadas passadas, quem se aventura na carreira solo tem conseguido se estabelecer? Que o digam Zayn e Niall Horan, ex-One Direction! Tudo bem que nenhum deles chegou perto dos números da colega, mas a saída gera expectativa pelo novo trabalho, pelo caminho a ser seguido. Antes, deixar um grupo de sucesso era sinônimo de fracasso.

3 – Paciência

Camila Cabello deixou o Fifth Harmony em dezembro de 2016. Apesar de singles avulsos, demorou um ano para lançar seu primeiro álbum solo. Teve paciência para não se jogar no desconhecido sem se cercar de uma equipe ainda melhor do que tinha em seu antigo grupo.

4 – Sem obviedades

Camila é dos poucos álbuns que você vai ouvir sem pular nenhuma faixa. É um pop de muita qualidade, que foge das batidas óbvias. Ela trouxe consigo uma legião de fãs dos tempos de Fifth Harmony, mas a fase solo já garantiu uma faixa etária que antes ela não alcançava. É música boa mesmo.

5 – Talento

Era muito talento mesmo ofuscado em um quinteto. Fora do grupo, Camila bateu asas e pode mostrar todo o seu potencial. A música agradece.

Continuar Lendo

Retrospectiva 2017

TOP 50: A melhor música de 2017 foi… Despacito!

Publicado

em

TOP1 2017

Como já se tornou tradição no LatinPop Brasil, logo após a premiação anual aos melhores do ano a equipe do site seleciona os 50 lançamentos que fizeram o mercado balançar na temporada!

Assim, a gente começa 2018 fazendo uma retrospectiva das melhores músicas latinas 2017. Se o ano foi difícil em vários aspectos, para a música latina ele foi uma bomba – no bom sentido! Parcerias fantásticas, retornos, gente nova chegando e os veteranos dando show.

Não tinha como ser diferente. Cantamos essa bola em março do ano passado: nada e nem ninguém conseguiria superar Despacito, hit do século de Luis Fonsi e Daddy Yankee! E olha que foi um ano de muita música boa, como mostra nossa playlist lá embaixo!

TOP 50: Despacito é a melhor música latina de 2017!

Vamos reproduzir aqui um texto publicado em março deste ano. Há dez meses, muito antes de todos os recordes batidos por Despacito.

“No início da semana, o LatinPop Brasil perguntou no Twitter quem deveria estampar nossas redes sociais nos próximos dias. O embate era entre Despacito, de Luis Fonsi e Daddy Yankee, e Deja Vu, de Prince Royce e Shakira. Com 73% dos votos, a vitória foi do dueto porto-riquenho.

Ainda estamos em março. Escrevo este texto precisamente na noite de terça-feira, 21, enquanto espero o início do MasterChef Brasil. Durante a tarde, eu ouvi a música insistentemente. Foram inúmeras vezes de pasito a pasito, suave, suavecito e uma conclusão compartilhada entre a equipe do site: por mais precipitado que pareça, Despacito já é o hit de 2017, aconteça o que acontecer nos próximos oito meses e pouco que nos restam nesta temporada.

A música vicia logo na primeira audição e comigo não foi diferente. Contudo, eu aguardava Súbeme La Radio, a nova do Enrique Iglesias, para cravar o que senti desde o dia 12 de janeiro, quando Fonsi publicou o maior sucesso de sua irretocável carreira.

Pode ser que o novo disco da Shakira traga um grande sucesso. Pode ser que a Thalia tire algo da cartola. Pode ser que o Alvaro Soler volte a encantar o mundo com o seu repertório fresco. Pode ser que Jesse y Joy sejam Jesse y Joy e lancem uma reedição de Un Besito Más com mais uma letra irrepreensível. Pode ser o disco do Juanes seja o melhor de toda a sua carreira…

São muitos senãos e uma certeza. Todo mundo pode lançar grandes músicas neste ano, mas nada vai se comparar ao sucesso global de Despacito e tudo o que ela representa para o borícua de 38 anos, um baladista convicto até então, dono de textos que embalaram paixões mundo afora.

Vai dizer que você aí do outro lado da tela também não pensou WHAT? quando ele anunciou uma parceria com Daddy Yankee? Que não ficou aquela sensação de muito papo e pouca ação quando ele disse viria com um disco fresco e diferente de tudo o que havia feito quando as primeiras notícias sobre seu novo projeto discográfico foram divulgadas?

Basta olhar a capa de 8, seu último álbum, e as imagens que acompanham Despacito. É um novo Luis Fonsi no visual, na proposta, mas o velho Fonsi na qualidade.

Quando conversei com ele por telefone, em fevereiro, me lembro de ter perguntado exatamente sobre isso. Mudou o ritmo, mas o cuidado com o texto – ainda que muito salpicado pela sensualidade – permanece inabalável. Fonsi é Fonsi e a parte curiosa de tudo isso é que, apesar da trajetória sólida, o sucesso mundial e o consequente reconhecimento no Brasil vieram com uma mudança de atitude e gênero.

“O reggaetón é o novo pop”, me disse o intérprete de No Me Doy Por Vencido naquela ocasião. “Despacito é uma canção sensual, não sexual”.

O antes marginalizado gênero urbano precisava de adesões como essa. Precisava de um cantautor, como dizem os latinos, capaz de contar uma história caliente com delicadeza e qualidade na melodia e construção dos versos. Um refrão, um sub-refrão – ambos pegajosos – e uma história com princípio, meio e fim.

Ano passado, a minha música favorita chegou apenas em outubro: Reggaetón Lento, da CNCO. Antes, eu já tinha me apegado a Sofia (Soler), Duele El Corazón (Enrique Iglesias), mas a flechada mesmo veio com a banda multicultural. A mesma flechada que me acertou na primeira quinzena do ano com Despacito. E vai ser difícil aparecer algo que mude o curso dessa história”.

Ninguém mudou. Fim da história. Aliás, quase. Ainda faltam três Grammys Awards para disputar.

Despacito – Luis Fonsi e Daddy Yankee

Aperte o play e curta a playlist completa com as 50 melhores músicas de 2017

Continuar Lendo
Anunciantes

Playlists

X