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Eurovision

Amaia e Alfred vão representar a Espanha no Eurovision 2018 com Tu Canción

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Amaia e Alfred vão representar a Espanha no Eurovision 2018 com Tu Camción

A Espanha tomou sua decisão. Amaia Romero e Alfred García, ou simplesmente Almaia, serão os representantes da Espanha no Eurovision 2018. Eles vão levar a Lisboa a emotiva balada Tu Canción, escrita por Raúl Gómez em parceria com sua tia, Sylvia Santoro.

A escolha foi feita durante uma gala especial do OT 2017. Ao todo, nove canções foram apresentadas: cinco solos (um para cada finalista), três duetos e um quinteto, uma versão remixada do hino do programa, Camina, opção que não agradava nenhum dos participantes.

Foram duas rodadas de votações, com a escolha 100% nas mãos do público. Na primeira, além de Tu Canción, ficaram no Top 3 Arde (Aitana) e Lo Malo (Aitana e Ana Guerra).  No duelo final, o dueto de Amaia e Alfred se impôs às demais com 43% dos votos. As duas rodadas somaram quase 900 mil votos do público.

Conheça Tu Canción, que Alfred e Amaia vão levar ao Eurovision 2018

+ Leia Mais: Letra de Tu Canción

Recorde de audiência

gala eurovisiva do OT 2017 bateu o recorde de audiência do programa, com quase 3,1 milhões de espectadores e 23,6% de share. Como comparação, a final nacional de 2017, que levou Manel Navarro ao Eurovision do ano passado, teve 1,4 milhões de espectadores e menos de 9% de share.

O próprio Manel Navarro, aliás, esteve presente na gala de ontem. Ele foi o responsável por anunciar a vitória de Alfred e Amaia. Também estiveram no programa Luísa Sobral (irmã de Salvador Sobral e autora de Amar Pelos Dois), Conchita Wurst (vencedora do Eurovision 2014) e J Balvin, que cantou um remix de Mi GenteMachika.

Os triunfitos já eliminados também marcaram presença, relembrando as vitórias anteriores da Espanha no Eurovision. Cepeda, Juan Antonio, Mimi, Mireya e Thalia cantaram La La La. Marina, Nerea, Raoul, Ricky e Roi ficaram com uma versão modernizada de Vivo Cantando.

O Eurovision 2018 acontece entre os dias 8 e 12 de maio, em Lisboa (Portugal). Por fazer parte do chamado Big 5, a Espanha já tem vaga garantida na grande final.

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Itália x Espanha no Eurovision: países em direções opostas no festival

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O Eurovision para Itália e Espanha

Passada a ressaca do Euvovision Song Contest 2018 vencido pela israelense Netta, a hora é de analisar os países latinos no festival. No caso, nosso foco são os mercados acompanhados diariamente pelo LatinPop Brasil: Itália e Espanha.

Com Non Mi Avete Fatto Niente, Ermal Meta e Fabrizio Moro ficaram no honroso quinto lugar. Não chegou a ser surpreendente. Os italianos fazem direitinho a lição de casa desde que voltaram, em 2011, abocanhando o vice-campeonato com Raphael Gualazzi.

Desde então, só não ficou entre os dez melhores colocados em duas ocasiões: em 2014, com Emma Marrone (escolha interna, não sanremense) se arrastando sobre o palco, e em 2016, com a apenas correta apresentação de Francesca Michielin.

Meta e Moro não eram os favoritos nas casas de apostas. Sequer pontuaram bem entre o júri (17º), mas a performance pensada para a TV, quase didática, aliada à força da mensagem da música, conquistaram o público. No televoto, eles foram os terceiros colocados.

Muita gente contesta o método atual de escolha da Itália. O vencedor do Festival de Sanremo é automaticamente convidado a participar da competição europeia. Desde a implementação dessa metodologia, apenas Stadio, há dois anos, declinou do convite.

São dois eventos totalmente diferentes e pode ser que nem sempre o que vai funcionar em um, vai bem no outro. Contudo, a Itália aposta sempre na qualidade. Não abandona seu idioma nativo e consegue ser bem quista na base da elegância, da inteligência, da vocalidade. Sem pirotecnia, pura classe, pura história.

A Itália não erra. Ainda não acertou a mão para levar o evento para Roma, esteve muito perto em 2015 quando Il Volo foi o vencedor disparado do voto popular, mas perdeu força no júri, com a épica Grande Amore. Acabou em terceiro. Mas não há italiano passando vergonha no Eurovision.

A Espanha acumula fracassos. Ao contrário da Itália, não pode ver uma vergonha que já quer passar. Neste ano, o casal Amaia e Alfred, infantilmente apelidados pelos fãs de #Almaia, era a crônica de uma morte anunciada. Tu Canción parecia saída de uma trilha sonora da Disney. Faltava química à dupla. Enquanto ela possui uma voz digna de registro, o rapaz foi a Lisboa na esteira do romance. Desastroso. Deu sono. Faltou carisma. Foram três minutos eternos, principalmente no intervalo das enérgicas Ucrânia e Eslovênia. Os espanhóis e seus seguidores compraram a ideia de uma apresentação sensível e elegante. Levaram uma bela lição de Alemanha e Lituânia sobre como fazê-lo.

Por que a Espanha errou esse ano? Apostou em um fenômeno local. Achou que a Europa compraria o romance como eles, espanhóis, parecem ter retrocedido no tempo e comprado. Resultado: 18º para o júri. Vexatório 24º no televoto.

Geralmente levando personagens de segundo escalão, La Roja não consegue destaque. Não consegue olhar para o mercado além de seu umbigo. Não consegue despertar em seus próprios astros a vontade de participar do Eurovision. Qualidade é o que não falta na música espanhola, o erro é sempre na seleção sem originalidade, sem brilho. Hoje em dia, só para citar os últimos representantes, quem são Barei e Manel Navarro na fila do pão da mercado espanhol? Ou aquela Lucia? Pois é… Amaia e Alfred que preparem seu destino.

O único acerto foi a escolha de Pastora Soler com Quédate Conmigo, em 2012, quando o país alcançou a décima posição. Ruth Lorenzo também foi bem: Dancing In The Rain, em 2014, ficou no décimo lugar.

Nos dois casos, a coincidência que poderia ter levado a Espanha a um lugar melhor neste ano: baladas, vozes potentes, divas, máquinas de vento, efeitos. Uma fórmula batida que, se não leva o troféu, pelo menos não dá vexame. Imaginem uma apresentação sola da Amaia seguindo essa equação? E, claro, uma música com menos dose de glicose.

De Abraham Mateo a Antonio José, do Sweet California a Rozalén, ao sonho de Pablo López voz e piano (só imaginem isso!), há uma infinidade de alternativas. Quer espanhol de raiz? Apostem em India Martinez! O problema é que o Eurovision não convence a elite, virou produto de segunda linha na Espanha.

Não sei como vão se recuperar de mais um revés deste tamanho, mas é hora de sentar já e começar a traçar planos melhores para 2019. Outro shipping, crushing regional, ou o que seja, não vai convencer. A Espanha precisa crescer. Ser madura e segura de sua escolha para um festival visto por 200 milhões de espectadores ao redor do mundo.

A vitória de Portugal derrubou qualquer argumentação de que a vitória fica entre os votos de países vizinhos. É só fazer direito.

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Eurovision

Netta, com Toy, dá vitória do Eurovision 2018 para Israel

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Esta é a 63ª edição do Eurovision Song Contest e ela prova mais uma vez que a cada ano o Festival consegue surpreender e prender a atenção do público, ávido por canções novas, prêmios para o seu país e, mais do que tudo, curtir com os amigos todas as músicas que são apresentadas.

O microfone roubado durante a apresentação do Reino Unido, e aqui damos os parabéns ao profissionalismo da SuRiE ao manter o ritmo e concluir ainda com mais força a sua performance, não tirou o brilho do festival, que teve canções memoráveis.

Considerando-se o cenário global em que vivemos, marcado por guerras, repressões, intolerância, refugiados e governantes inquietos e impulsivos, o Eurovision deste ano não poderia ser diferente, com músicas que ressaltam o amor independentemente do sexo (Irlanda), enfrentam o bullying (Israel), o sofrimento dos refugiados (França), a busca por Deus (Áustria) e a importância da família (Alemanha). Encerrando o Festival relembrando os últimos atentados e questionando a ânsia por guerras, a Itália apresentou uma das letras mais marcantes.

Claro, efeitos pirotécnicos espetaculares, salto mortal e músicas animadas e extremamente dançantes também estiveram presentes. Quem esperava que criar uma música mixando o cacarejar de uma galinha cairia tanto no gosto do público, como fez Israel? Ou que o Fuego do Chipre conseguiria fazer com que todos começassem a se mexer e a querer dançar com seu ritmo quase latino? Não se esquecendo da apresentação criativa e divertida da Moldova com as portas e janelas se abrindo. E, por fim, quem não se lembrou da Xuxa descendo de sua nave durante a apresentação da Áustria? 😉

Ok, ok! Já vamos escrever sobre a seleção.

Pela votação dos jurados, a Áustria venceu com diferença de 18 pontos do segundo colocado, a Suécia, e significantes 59 pontos da terceira posição, Israel. Entretanto, pela votação do público, a Áustria recebeu apenas 71 pontos e acabou na terceira posição. Com uma mudança na tabela de votação do juri, o país que ganhou mais pontos do público foi Israel, seguido por Chipre, o que confirmou as expectativas das casas de apostas europeias.

O triunfo chega exatamente 20 anos depois da última vitória do país no evento com Dana Internacional e a canção Diva.

Veja o TOP 5 do Eurovision 2018

1º lugar: Israel [529 pontos]

2º lugar: Chipre [436 pontos]

3º lugar: Áustria [342 pontos]

4º lugar: Alemanha [340 pontos]

5º lugar: Itália [308 pontos]

 

Reveja a apresentação de Israel:

*** Thiago Gil está em Lisboa e representa o LatinPop Brasil na cobertura oficial do Eurovision Song Contest 2018

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