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Entrevistas

Riki: “Adoraria gravar com o Luan Santana”

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Riki fala pela primeira vez com o Brasil

Ele tem menos de dois anos de carreira, 26 de vida. Mas alguns dias na Itália te dão a sensação de se tratar de um veterano da música, tal o número de singles e clipes diferentes nas rádios e na TV.

Riccardo Marcuzzo, ou apenas Riki, venceu a categoria de canto do Amici di Maria de Filippi em 2017 para explodir os charts italianos. Conseguiu e quis mais: desbravar o mundo. Para isso, abraçou o reggaetón, o novo pop, e se uniu a ninguém menos do que a CNCO, sensação da música latina.

Resultado? Não apenas conseguiu ficar conhecido entre os híspano-hablantes, como chegou a romper a fronteira do mercado brasileiro graças à colaboração com a boyband, Dolor de Cabeza (Mal Di Testa, em italiano).

Sempre na vanguarda, o LatinPop Brasil conversa com o rapaz nascido em Segrate, na província de Milão, em 4 de fevereiro de 1992. Na entrevista concedida por e-mail, o artista fala da paixão pelo Brasil, futebol, suas referências musicais e muito mais!

Confira a entrevista exclusiva com Riki, o italiano que é sensação latina

A tua carreira é um fenômeno! Estive na Itália em dezembro e no mês passado e você toca sem parar, dos singles antigos aos novos, é impressionante como o público italiano te abraçou. Me lembro de tomar café da manhã sempre acompanhada por alguma canção sua nos hotéis. O que você, Riki, acha que trouxe de novo para o mercado musical italiano?
Eu me sinto sortudo por tudo isso, só posso ficar impressionado quando essas coisas acontecem. Sempre tentei fazer minha música, escrevo melodia e letra. Faço música quando sinto que posso expressar e dizer algo importante e relevante para mim, e acredito que isso está chegando ao meu público.
A gente estava acostumado a te ouvir em super baladas como Perdo Le Parole ou Aspetterò Lo Stesso, ou em canções mais pop. De repente, veio essa bomba: uma colaboração com a CNCO e um reggaetón? Por que decidiu se aventurar em um novo gênero, novo idioma…?
Minha equipe e eu queríamos uma colaboração internacional, então fomos à Sony e pedimos ajuda. CNCO estava no topo da minha lista. Já tinha Dolor de Cabeza escrita, mas em italiano. Após algumas semanas, avisaram que a CNCO tinha topado fazer a música comigo. Começamos a trabalhar imediatamente na letra em espanhol, e fomos a Miami para gravar com eles. O feeling com eles foi ótimo desde o início, depois disso eles vieram à Itália e passamos tempo juntos. Tocamos juntos no Wind Summer Festival em Roma, o mais importante festival de TV do verão, e ganhamos! Foi uma grande satisfação para todos nós. Estou feliz que a música esteja chegando a tantos países, e agora orgulhoso por ter o Brasil descobrindo minha música.
O mercado diz que o reggaetón é o novo pop. Você concorda? Pretende seguir por esse caminho?
Reggaetón tem uma grande sorte, as mulheres adoram! Quando isso acontece, você já tem metade do caminho… É um gênero que eu realmente gosto, e definitivamente é algo que quero fazer mais no futuro.
Como foi a experiência de gravar com a CNCO?
Como eu disso, foi maravilhoso. São garotos ótimos, talentosos e gentis. Tenho a sorte de ter feito minha estreia internacional com eles.
O que te deixa com Dolor de Cabeza, como a canção?
Dor de cabeça é algo que quando jovens passamos muitas vezes. Quando você gosta de uma garota e ela não te nota… Uma bagunça! E se ela dá a desculpa de que está com dor de cabeça, você perde as esperanças.

Depois do Amici, você lançou o álbum Mania e agora tem o Live & Summer Mania, seu primeiro disco ao vivo. Já podemos esperar um novo projeto discográfico inédito?
Agora preciso de tempo para escrever músicas e tirar uma pausa. São dois anos sem parar um dia. Não posso reclamar, porque foi uma experiência incrível, mas para escrever novas músicas você precisa liberar sua mente e se concentrar só nisso.
A gente brinca por aqui que você é uma máquina de lançar singles. Foram 5 em 2017 e 4 neste primeiro semestre de 2018. Já queremos saber quando vai vir o próximo!
Se olho para trás, é incrível o que fizemos, ainda não posso acreditar. Por enquanto preciso de tempo para respirar, antes de uma nova aventura.
Qual é o sonho que você ainda pretende realizar na sua carreira?
Um dos meus sonhos é ir ao Brasil e levar minha música até aí. Nunca estive aí, e sempre disse para mim mesmo: “Um dia vou finalmente conhecer o Brasil”.
Qual é a sua referência musical?
Muita música italiana, gente como Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. E também pop internacional como Justin Bieber, Timberlake, etc.
Precisamos confessar que ficamos todos apaixonados pelo seu português naquela ID. Conta para a gente tudo o que você conhece sobre a nossa cultura, sobre a nossa música…
A mulher do meu manager é brasileira, então ela me ajudou muito com as pronúncias. Além disso o português é um idioma maravilhoso, muito musical. Tenho fascínio pela cultura e história musical de vocês. E, claro, admiro muitos jogadores de futebol. Jogo futebol e há gerações de jogadores incríveis do Brasil. Fiquei triste por não terem chegado à final da Copa.

Gostaria de fazer algo para o mercado brasileiro? Dueto com alguém daqui! E, principalmente, já estamos te esperando por esses lados…
Adoraria! Mal posso esperar, talvez com Luan Santana, como fez a CNCO. Adorei como ficou “Mamita“.
Deixe uma mensagem para os fãs.
Brasil, estou chegando! Mal posso esperar para conhecer um dos países mais bonitos do mundo!

Scopri l’intervista in italiano

La tua carriera é da fenomeno! Siamo stati in Italia a dicembre e a giugno e le tue canzoni suonavano non stop, i singoli antichi, quelli nuovi… Fa impressione vedere come sei stato abbraciato dal pubblico italiano. Si faceva colazione nell’albergo e c’era una canzone tua che suonava. Cosa credi di aver portato di nuovo al mercato musicale italiano?
Mi sento molto fortunato, mi fa impressione quando queste cose succedono. Ho sempre provato a fare la mia musica, scrivo musica e parole. Faccio musica quando sento di potere esprimere e dire qualcosa di importante e rilevante per me, e credo che questo arrivi al mio pubblico.
Ci eravamo abituati a sentirti in ballad come Perdo Le Parole o Aspetterò lo Stesso, oppure in canzioni piú pop. Poi subito una bomba: una collaborazione con CNCO e un reggaetón! Perché hai deciso di fare questa avventura in un altro genere, altro idioma…?
Mio team ed io volevamo una collaboration internazionale, quindi abbiamo chiesto aiuto a Sony. CNCO era la prima della lista. Avevo Dolor de Cabeza giá scritta in italiano. Dopo qualche settimana ci hanno detto che CNCO voleva registrarla con me. Abbiamo subito iniziato a lavorare sul testo in spagnolo, e siamo andati a Miami per registrarla con loro. C’é stato feeling dall’inizio, poi sono venuti in Italia e abbiamo speso tempo insieme. Abbiamo suonato insieme all’Wind Summer Festival a Roma, il piú importante festival televisivo dell’estate, e abbiamo vinto! É stata una soddisfazione immensa per tutti noi. Sono felice che la canzone stia arrivando a cosí tanti paesi, e adesso fieri di avere il Brasile che scopre la mia musica.
Dal mercato si nota che il reggaetón é il nuovo pop. Sei d’accordo? Ti vedi per questa strada?
Reggaeton ha una fortuna: piace alle donne! Quando questo succede, sei giá a metá strada… É un genere che mi piace tanto, e sicuramente é qualcosa che voglio fare ancora in futuro.
Come é stata l’esperienza di registrare con CNCO?
Come avevo detto, é stato meraviglioso. Sono grandi ragazzi, hanno talento e sono gentilissimi. Ho avuto fortuna di fare il mio debutto internazionale con loro.
Cosa ti lascia con Dolor de Cabeza (mal di testa) come la canzone?
Mal di testa é qualcosa che hai tante volte quando sei giovane. Quando ti piace una ragazza e lei non ti nota… Un casino! E poi se ha la scusa del mal di testa… sei proprio perso.
Dopo Amici hai lanciato Mania e adesso Live & Summer Mania, il primo album live. Possiamo aspettarci un novo progetto discografico inedito?
Adesso ho bisogno di tempo per scrivere canzoni e fare una pausa. Sono due anni senza un giorno di riposo. Non posso lamentarmi, perché é stata una esperienza incredibile, ma per scrivere nuove canzioni devi liberare la mente e concentrarsi solo un questo.
Tra noi di LatinPop diciamo che sei una macchina di singoli. Cinque nel 2017 e giá 4 nel 2018. Il prossimo?
Se guardo indietro, é incredibile quello che abbiamo fatto, non ci posso credere. Per adesso ho bisogno di tempo per respirare, prima di una nuova avventura.
Quale sogno vuoi ancora realizzare nella tua carriera?
Uno dei miei sogni é venire in Brasile e portare lí la mia musica. Non ci sono mais stato, ed ho sempre detto a me stesso: “Un giorno finalmente andró a conoscere il Brasile”.
Quali sono i tuoi riferimenti musicali?
Molta musica italiana, gente come Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. Ed anche pop internazionale come Justin Bieber, Timberlake, ecc.
Dobbiamo ammettere… il tuo portughese ci ha impressionati in quella ID! Raccontaci cosa conosci della nostra cultura, la nostra musica…
La moglie del mio manager é brasiliani, quindi mi ha aiutato molto con la pronuncia. E poi il portoghese é un idioma meraviglioso, molto musicale. Sono fascinato dalla vostra cultura ed ereditá musicale. E, certo, ammiro tanto calciatori. Gioco a calcio e ci sono generazioni di calciatori incredibili in Brasile. Sono rimasto triste perché non siete andati alla finale del Mondiale.
Ti piacerebbe fare qualcosa per il mercato brasiliano? Una collaborazione forse… Giá ti stiamo aspettando da queste
Mi farebbe tanto piacere! Ci aspetto tantissimo, forse con Luan Santana, come ha fatto CNCO. Mi piace molto “Mamita”.
Lasci un messaggio ai tuoi fans in Brasile!
Brasile, arrivo! Spero di conoscere presto uno dei paesi piú belli del mondo!

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Piso 21: “Queremos gravar com a Iza no Brasil”

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Piso 21 fala sobre Brasil e o novo single, Te Vi

Dia de estreia de Te Vi, dia de promoção para o Piso 21. Foi um empolgado El Profe, apelido de Juan David Huertas, de 34 anos, que teve a missão de falar para o Brasil sobre o novo single.

Ele confirmou que se trata do início de uma nova etapa para a banda. 

“Ubuntu encerrou um capítulo muito bonito na nossa história, com vários singles de sucesso como Me Llamas, Te Amo, Besándote. Agora começamos uma nova história, com um som diferente do que fizemos antes. Neste single, quisemos mostrar algo bem típico da Colômbia, a champeta (…) com um vídeo que mostra o que somos, simples, com muita dança”, disse o músico.

A conversa logo enveredou para o Brasil. Amigos de Anitta, o quarteto acha a brasileira uma grande embaixadora da nossa cultura contemporânea, mas o sonho de um dueto está nas conversas com a gravadora:

“Iza. Vimos a performance incrível dela no Grammy Latino e conversamos com a nossa gravadora, a Warner Music, sobre ela. Queremos muito gravar com ela aí. Também gostamos muito do Luan Santana”.

El Profe se disse impressionado com a quantidade de mensagens que chegam dos fãs brasileiros e ressaltou que, antes de vir promover seu trabalho, o grupo precisava de uma base sólida musical.

“Nós temos muito respeito pelo Brasil, pela cultura e pela música de vocês. É um desafio chegar aí e precisávamos de todo um trabalho antes de ter o país como meta. Já fizemos esse trabalho. Agora é hora de ir. Não sei quando, nem para qual região, mas é nossa vontade levar o novo trabalho ao seu país”.

E se Iza é o dueto brasileiro sonhado, para quem já colaborou com tantos artistas, de gêneros tão diferentes ao longo da carreira, o objetivo mundial é ousado.

“Bruno Mars. Se pudesse escolher alguém, seria ele”, disse El Profe.

Machismo no gênero urbano, as letras românticas do grupo, o tema boyband e como eles se dividem sendo três vocalistas, além de uma carinhosa mensagem ao Brasil, também estiveram na pauta.

A entrevista na íntegra com El Profe, representante do Piso 21, você confere na próxima semana no LatinPop Brasil.

Veja Te Vi, o clipe do novo single do Piso 21

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Brasil, novo disco e Te Esperé: ouça a entrevista exclusiva de Jesse y Joy!

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Te Esperé é o single que dá a largada na nova fase de Jesse y Joy




Se ano passado, para promover o lançamento de 3 A.M com Gente de Zona, apenas a parte masculina do dueto estava do outro lado da linha, nesta terça-feira, 4 de dezembro, Jesse y Joy atenderam à reportagem do LatinPop Brasil diretamente do México para falar sobre Te Esperé, o single que chegou às plataformas digitais no último dia 23 de novembro.

Oficialmente, o tema abre a promoção do próximo álbum dos irmãos Huerta, colocando fim às especulações de que eles ainda trabalhariam em uma reedição de Un Besito Más.

“Se tudo sair como planejamos, o novo álbum chega ainda em 2019. (…) Queremos percorrer o mundo com ele, incluindo o Brasil. É um sonho. Eu sei que vai acontecer mais ou mais tarde. Mais cedo do que tarde, diria”, falou uma animada Joy.

A conversa passou pelo novo momento da música latina em nível global e até pela polêmica do reggaetón, misoginia e machismo.

“Não acredito que seja algo específico de um tema. Se a gente parar para ouvir, até alguns boleros, lá no passado, tinham letras misóginas e as pessoas não se davam conta. É algo que devemos lutar contra sempre porque é um problema social”, completou a artista, seguida o coro do irmão:

“Nós sempre temos que estar de acordo antes de lançar uma canção e é possível fazer reggaetón com boas letras, o momento pop do gênero prova isso”, falou Jesse.

Jesse y Joy falaram ainda sobre a inspiração ao compor Te Esperé, qual seriam os duetos de sonho dos dois e se voltariam a se aventuram no reggaetón.

Ouça agora a entrevista na íntegra com Jesse y Joy

Veja Te Esperé, o clipe do novo single de Jesse y Joy

Letra de Te Esperé, novo single de Jesse y Joy

Cuando se apaga el amor
El corazón se queda en llamas
Cuando se acaba, se acabó
No hay refugio en las palabras
Es una herida que no sana

Te esperé, llegué a sentir que me moría
Te esperé como la luna espera el día
Lo intenté, pero continuó la vida
Te esperé, pero el tiempo cerró la herida

Cuando te encuentra el amor
Olvidas todo lo vivido
Ya no te detiene el temor
De pronto nada está perdido
Aunque no tenga sentido

Te esperé, llegué a sentir que me moría
Te esperé como la luna espera el día
Lo intenté, pero continuó la vida
Te esperé, pero el tiempo cerró la herida

Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh-oh-oh
Oh, no, no, no, no (Oh-oh-oh)
Oh-oh-oh

Te esperé, llegué a sentir que me moría
Te esperé como la luna espera el día
Lo intenté, pero continuó la vida
Te esperé, pero el tiempo cerró la herida

Te esperé, pero alguien más llegó a mi vida




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