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Entrevistas

Maite Perroni revela dueto colombiano e sonha com Ricky Martin

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Maite Perroni abre o jogo sobre o futuro

A gravação com o Roupa Nova tinha acontecido até tarde na noite anterior, mas não houve cansaço que tirasse o sorriso de Maite Perroni na última terça-feira, 3 de julho, seu último dia no Brasil antes da turnê que fará em agosto por São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.

A ex-RBD recebeu o LatinPop Brasil em um hotel na região da Avenida Paulista, em São Paulo, disposta a falar sobre o futuro.

Entre as novidades, o lançamento de um novo single muito em breve “com um colombiano”, mas mantido sob absoluto sigilo. Durante a conversa, ela deu a entender que sua publicação poderia acontecer ainda antes do retorno ao Brasil no próximo mês.

“Mas ainda não posso falar nada, é segredo”, disse a morena.

A turnê também foi tema do bate-papo. Segundo Maite, o show que ela trará ao país será totalmente diferente do que o público viu há dois anos, apesar dos poucos lançamentos e da ausência de um projeto discográfico.

“Vamos continuar trabalhando single a single. As pessoas já não compram discos. Aí você grava 12 músicas, trabalha três e outras nove ficam ali guardadas”, revelou a mexicana.

Um dos próximos pode ser a sonhada parceria com Ricky Martin?

“Eu adoraria trabalhar com ele. É meu sonho”.

E não, não faltou RBD na conversa. Mas para conferir o que a eterna Lupita falou sobre os dez anos do fim do grupo, você precisa dar o play e ver a entrevista na íntegra. Está imperdível!

Veja a entrevista com Maite Perroni

 

Entrevistas

Riki: “Adoraria gravar com o Luan Santana”

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Riki fala pela primeira vez com o Brasil

Ele tem menos de dois anos de carreira, 26 de vida. Mas alguns dias na Itália te dão a sensação de se tratar de um veterano da música, tal o número de singles e clipes diferentes nas rádios e na TV.

Riccardo Marcuzzo, ou apenas Riki, venceu a categoria de canto do Amici di Maria de Filippi em 2017 para explodir os charts italianos. Conseguiu e quis mais: desbravar o mundo. Para isso, abraçou o reggaetón, o novo pop, e se uniu a ninguém menos do que a CNCO, sensação da música latina.

Resultado? Não apenas conseguiu ficar conhecido entre os híspano-hablantes, como chegou a romper a fronteira do mercado brasileiro graças à colaboração com a boyband, Dolor de Cabeza (Mal Di Testa, em italiano).

Sempre na vanguarda, o LatinPop Brasil conversa com o rapaz nascido em Segrate, na província de Milão, em 4 de fevereiro de 1992. Na entrevista concedida por e-mail, o artista fala da paixão pelo Brasil, futebol, suas referências musicais e muito mais!

Confira a entrevista exclusiva com Riki, o italiano que é sensação latina

A tua carreira é um fenômeno! Estive na Itália em dezembro e no mês passado e você toca sem parar, dos singles antigos aos novos, é impressionante como o público italiano te abraçou. Me lembro de tomar café da manhã sempre acompanhada por alguma canção sua nos hotéis. O que você, Riki, acha que trouxe de novo para o mercado musical italiano?
Eu me sinto sortudo por tudo isso, só posso ficar impressionado quando essas coisas acontecem. Sempre tentei fazer minha música, escrevo melodia e letra. Faço música quando sinto que posso expressar e dizer algo importante e relevante para mim, e acredito que isso está chegando ao meu público.
A gente estava acostumado a te ouvir em super baladas como Perdo Le Parole ou Aspetterò Lo Stesso, ou em canções mais pop. De repente, veio essa bomba: uma colaboração com a CNCO e um reggaetón? Por que decidiu se aventurar em um novo gênero, novo idioma…?
Minha equipe e eu queríamos uma colaboração internacional, então fomos à Sony e pedimos ajuda. CNCO estava no topo da minha lista. Já tinha Dolor de Cabeza escrita, mas em italiano. Após algumas semanas, avisaram que a CNCO tinha topado fazer a música comigo. Começamos a trabalhar imediatamente na letra em espanhol, e fomos a Miami para gravar com eles. O feeling com eles foi ótimo desde o início, depois disso eles vieram à Itália e passamos tempo juntos. Tocamos juntos no Wind Summer Festival em Roma, o mais importante festival de TV do verão, e ganhamos! Foi uma grande satisfação para todos nós. Estou feliz que a música esteja chegando a tantos países, e agora orgulhoso por ter o Brasil descobrindo minha música.
O mercado diz que o reggaetón é o novo pop. Você concorda? Pretende seguir por esse caminho?
Reggaetón tem uma grande sorte, as mulheres adoram! Quando isso acontece, você já tem metade do caminho… É um gênero que eu realmente gosto, e definitivamente é algo que quero fazer mais no futuro.
Como foi a experiência de gravar com a CNCO?
Como eu disso, foi maravilhoso. São garotos ótimos, talentosos e gentis. Tenho a sorte de ter feito minha estreia internacional com eles.
O que te deixa com Dolor de Cabeza, como a canção?
Dor de cabeça é algo que quando jovens passamos muitas vezes. Quando você gosta de uma garota e ela não te nota… Uma bagunça! E se ela dá a desculpa de que está com dor de cabeça, você perde as esperanças.

Depois do Amici, você lançou o álbum Mania e agora tem o Live & Summer Mania, seu primeiro disco ao vivo. Já podemos esperar um novo projeto discográfico inédito?
Agora preciso de tempo para escrever músicas e tirar uma pausa. São dois anos sem parar um dia. Não posso reclamar, porque foi uma experiência incrível, mas para escrever novas músicas você precisa liberar sua mente e se concentrar só nisso.
A gente brinca por aqui que você é uma máquina de lançar singles. Foram 5 em 2017 e 4 neste primeiro semestre de 2018. Já queremos saber quando vai vir o próximo!
Se olho para trás, é incrível o que fizemos, ainda não posso acreditar. Por enquanto preciso de tempo para respirar, antes de uma nova aventura.
Qual é o sonho que você ainda pretende realizar na sua carreira?
Um dos meus sonhos é ir ao Brasil e levar minha música até aí. Nunca estive aí, e sempre disse para mim mesmo: “Um dia vou finalmente conhecer o Brasil”.
Qual é a sua referência musical?
Muita música italiana, gente como Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. E também pop internacional como Justin Bieber, Timberlake, etc.
Precisamos confessar que ficamos todos apaixonados pelo seu português naquela ID. Conta para a gente tudo o que você conhece sobre a nossa cultura, sobre a nossa música…
A mulher do meu manager é brasileira, então ela me ajudou muito com as pronúncias. Além disso o português é um idioma maravilhoso, muito musical. Tenho fascínio pela cultura e história musical de vocês. E, claro, admiro muitos jogadores de futebol. Jogo futebol e há gerações de jogadores incríveis do Brasil. Fiquei triste por não terem chegado à final da Copa.

Gostaria de fazer algo para o mercado brasileiro? Dueto com alguém daqui! E, principalmente, já estamos te esperando por esses lados…
Adoraria! Mal posso esperar, talvez com Luan Santana, como fez a CNCO. Adorei como ficou “Mamita“.
Deixe uma mensagem para os fãs.
Brasil, estou chegando! Mal posso esperar para conhecer um dos países mais bonitos do mundo!

Scopri l’intervista in italiano

La tua carriera é da fenomeno! Siamo stati in Italia a dicembre e a giugno e le tue canzoni suonavano non stop, i singoli antichi, quelli nuovi… Fa impressione vedere come sei stato abbraciato dal pubblico italiano. Si faceva colazione nell’albergo e c’era una canzone tua che suonava. Cosa credi di aver portato di nuovo al mercato musicale italiano?
Mi sento molto fortunato, mi fa impressione quando queste cose succedono. Ho sempre provato a fare la mia musica, scrivo musica e parole. Faccio musica quando sento di potere esprimere e dire qualcosa di importante e rilevante per me, e credo che questo arrivi al mio pubblico.
Ci eravamo abituati a sentirti in ballad come Perdo Le Parole o Aspetterò lo Stesso, oppure in canzioni piú pop. Poi subito una bomba: una collaborazione con CNCO e un reggaetón! Perché hai deciso di fare questa avventura in un altro genere, altro idioma…?
Mio team ed io volevamo una collaboration internazionale, quindi abbiamo chiesto aiuto a Sony. CNCO era la prima della lista. Avevo Dolor de Cabeza giá scritta in italiano. Dopo qualche settimana ci hanno detto che CNCO voleva registrarla con me. Abbiamo subito iniziato a lavorare sul testo in spagnolo, e siamo andati a Miami per registrarla con loro. C’é stato feeling dall’inizio, poi sono venuti in Italia e abbiamo speso tempo insieme. Abbiamo suonato insieme all’Wind Summer Festival a Roma, il piú importante festival televisivo dell’estate, e abbiamo vinto! É stata una soddisfazione immensa per tutti noi. Sono felice che la canzone stia arrivando a cosí tanti paesi, e adesso fieri di avere il Brasile che scopre la mia musica.
Dal mercato si nota che il reggaetón é il nuovo pop. Sei d’accordo? Ti vedi per questa strada?
Reggaeton ha una fortuna: piace alle donne! Quando questo succede, sei giá a metá strada… É un genere che mi piace tanto, e sicuramente é qualcosa che voglio fare ancora in futuro.
Come é stata l’esperienza di registrare con CNCO?
Come avevo detto, é stato meraviglioso. Sono grandi ragazzi, hanno talento e sono gentilissimi. Ho avuto fortuna di fare il mio debutto internazionale con loro.
Cosa ti lascia con Dolor de Cabeza (mal di testa) come la canzone?
Mal di testa é qualcosa che hai tante volte quando sei giovane. Quando ti piace una ragazza e lei non ti nota… Un casino! E poi se ha la scusa del mal di testa… sei proprio perso.
Dopo Amici hai lanciato Mania e adesso Live & Summer Mania, il primo album live. Possiamo aspettarci un novo progetto discografico inedito?
Adesso ho bisogno di tempo per scrivere canzoni e fare una pausa. Sono due anni senza un giorno di riposo. Non posso lamentarmi, perché é stata una esperienza incredibile, ma per scrivere nuove canzioni devi liberare la mente e concentrarsi solo un questo.
Tra noi di LatinPop diciamo che sei una macchina di singoli. Cinque nel 2017 e giá 4 nel 2018. Il prossimo?
Se guardo indietro, é incredibile quello che abbiamo fatto, non ci posso credere. Per adesso ho bisogno di tempo per respirare, prima di una nuova avventura.
Quale sogno vuoi ancora realizzare nella tua carriera?
Uno dei miei sogni é venire in Brasile e portare lí la mia musica. Non ci sono mais stato, ed ho sempre detto a me stesso: “Un giorno finalmente andró a conoscere il Brasile”.
Quali sono i tuoi riferimenti musicali?
Molta musica italiana, gente come Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. Ed anche pop internazionale come Justin Bieber, Timberlake, ecc.
Dobbiamo ammettere… il tuo portughese ci ha impressionati in quella ID! Raccontaci cosa conosci della nostra cultura, la nostra musica…
La moglie del mio manager é brasiliani, quindi mi ha aiutato molto con la pronuncia. E poi il portoghese é un idioma meraviglioso, molto musicale. Sono fascinato dalla vostra cultura ed ereditá musicale. E, certo, ammiro tanto calciatori. Gioco a calcio e ci sono generazioni di calciatori incredibili in Brasile. Sono rimasto triste perché non siete andati alla finale del Mondiale.
Ti piacerebbe fare qualcosa per il mercato brasiliano? Una collaborazione forse… Giá ti stiamo aspettando da queste
Mi farebbe tanto piacere! Ci aspetto tantissimo, forse con Luan Santana, come ha fatto CNCO. Mi piace molto “Mamita”.
Lasci un messaggio ai tuoi fans in Brasile!
Brasile, arrivo! Spero di conoscere presto uno dei paesi piú belli del mondo!

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Entrevistas

Antes de voltar ao Brasil, Diogo Piçarra fala sobre carreira internacional e emoção de cantar no Rock In Rio

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Diogo Piçarra volta ao Brasil nessa semana

Os fãs de música portuguesa no Brasil só tem o que comemorar. Uma das maiores estrelas da nova geração lusa, Diogo Piçarra, volta ao país este fim de semana. O objetivo: divulgar a chegada uma edição especial do disco Do=s, que agora inclui Trevo (Tú), a parceria com as talentosas Anavitória.

Em entrevista exclusiva ao LatinPop Brasil, ele falou sobre a importância deste lançamento.

“Esse lançamento significa um grande passo na minha carreira. Eu nunca pensei em cantar com as Anavitória, com alguém assim tão grande, tão gigante, e muito menos em ter um disco no Brasil”, refletiu. “Isso é muito importante não apenas para mim, mas também para a música portuguesa. É muito difícil ver discos de música pop portuguesa chegarem aí. Não só pra mim, mas também para os fãs é muito bom poder comprar o disco”. 

Mas a internacionalização da carreira de Diogo Piçarra não vai parar no Brasil não. Recentemente ele esteve na Espanha e já começou a trabalhar por ali.

“Eu estou escrevendo para alguns artistas de lá. O objetivo é começar assim, por enquanto apenas escrever. Mas eu espero fazer algo com uma cantora que eu conheci, que é a Aitana (OT 2017). Ela é incrível, ela é muito bonita e tem uma voz muito boa. Mas ainda não existe um dueto.”

Planos para depois do Brasil? Ele já tem. Dois dias depois de voltar para casa ele vai subir ao palco do Rock In Rio Lisboa. Essa será a sua primeira vez no festival.

“Este é um momento muito especial não só pra mim, mas também para os meus fãs, que vinham pedindo que eu cantasse no Rock In Rio. (…) Este é um palco enorme, gigante. Eu nem sei o que fazer ali, seu eu corro…”, brincou.

Durante o bate-papo, o astro português também foi sincero sobre as polêmicas que envolveram a sua participação no Festival da Canção. Polêmicas que envolveram até mesmo a Igreja Universal. Mas deixa que isso ele mesmo explica.

Aperte o play e ouça a entrevista exclusiva com o Diogo Piçarra

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