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Maite Perroni: “É um orgulho ser mulher e triunfar no reggaetón”

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Maite Perroni se prepara para lançar novo single

Maite Perroni atendeu o celular diretamente de Los Angeles, uma de suas residências atuais, pontualmente às 16h da tarde desta sexta-feira (7). Esbanjava simpatia, eloquência e simplicidade. Nem parecia que do outro lado da linha estava a dona de um dos hits latinos de 2017.

Loca elevou a carreira musical da ex-RBD a um novo patamar e ela sabe disso. Cheia de orgulho, a morena foi listando um a um os feitos de seu último single, contando desde as posições em charts mundiais até o número de visualizações do clipe no YouTube.

Entre todos os feitos, Maite se empolgou mais na hora de contar um específico: ganhar destaque no gênero urbano, dominado por homens.

“É uma honra ser mulher e fazer sucesso com reggaetón. Me sinto muito orgulhosa por falar para as minhas mulheres, meu público”, disse a parceira de Cali y El Dandee na canção que é uma das mais virais das plataformas digitais.

A mexicana falou ainda que tem como meta fazer um dueto feminino em breve. Sem impor prazos, simplesmente com o prazer de quem está desfrutando como nunca da nova fase. E para quem pede Anitta, prepare-se! A mira dela está apontada em outra direção.

“Eu conheço o trabalho da Anitta e sei que ela faz muito sucesso”, falou a artista sobre o apelo dos fãs, mas logo virando a conversa para a amiga Wanessa, com quem ela cantou em sua turnê pelo Brasil em 2016. “Amo o trabalho dela”.

Com sua serenidade peculiar, Maite Perroni ainda percorreu o repetitivo – mas necessário – tema do reencontro do RBD, falou sobre carreira internacional, lembrou o colega Alfonso Herrera e contou seus planos para a vida como atriz. Novo disco? Ela também falou:

“Vamos trabalhar single a single. O álbum virá na hora certa”.

O bate-papo na íntegra com Maite Perroni você vai conferir na próxima semana no LatinPop Brasil

Veja Loca, o clipe do hit de Maite Perroni

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Paty Cantú: “Entrar no reggaetón é uma mensagem de empoderamento”

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Natural é o novo single de Paty Cantú

Se você esperava um disco de Paty Cantú com Valiente, Amor Amor Amor e Rompo Contigo, saiba que as músicas entrarão como bônus track do próximo projeto discográfico da mexicana, #333, ainda sem data de lançamento divulgada.

O primeiro single oficial do álbum é #Natural, lançado no último dia 10. A música é resultado de anos de experiências culturais e musicais que transformaram a cantora desde o seu último trabalho, o Drama Queen En Vivo, de 2014.

Veja #Natural, o novo clipe da Paty Cantú (feat Juhn)

Assim como anterior, o novo CD também é um live. E com várias participações especiais ainda mantida em sigilo pela artista de 33 anos, nascida em Houston, mas criada em Guadalajara, no México.

“Tudo evolui na vida (…) Fazer reggaetón é também uma mensagem de empoderamento e tem tudo a ver com a fase que vivo”, disse Patrícia, que intercalava cada resposta com uma sonora risada.

O projeto foi gravado em sua terra natal e é bastante representativo em termos de raízes, de encontros e de descobertas. E ela é antenada. Ao falar de Brasil, citou Anitta como um exemplo de mulher de sucesso na música.

“Ela é lindíssima e muito talentosa (…) O Brasil teve várias bandeiras, de vários gêneros, mas agora é a vez dela”, disse a intérprete da inesquecível Corazón Bipolar.

Ela ainda lembrou a mensagem que mandou em português que levou os fãs brasileiros ao delírio no ano passado. “Foi uma maneira de me comunicar (…) Eles saem do Brasil e vão à Argentina, ao México para me ver. Acho que chegou a hora de eu retribuir e ir até vocês”.

Ouça a íntegra da entrevista de Paty Cantú ao LatinPop Brasil

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Exclusivo: Paty Cantú fala sobre novo disco, reggaetón e Anitta

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Paty Cantú lança novo single: #Natural

Se existe uma coisa que nenhum artista latino consegue disfarçar é a alegria de poder trazer sua arte ao Brasil. E foi assim que Paty Cantú atendeu ao telefone na tarde desta sexta-feira (10), dia do lançamento de seu novo single, #Natural, sua primeira incursão pelo reggaetón.

A artista de 33 anos, nascida em Houston, mas criada em Guadalajara, no México, é pura simpatia.  Contou que o flerte com o gênero urbano é uma consequência natural das experiências culturais e musicais que viveu nos últimos anos. E é com esse som que ela vai apresentar #333, um disco ao vivo com muitas participações especiais, que ela ainda mantém em segredo.

“Tudo evolui na vida (…) Fazer reggaetón é também uma mensagem de empoderamento e tem tudo a ver com a fase que vivo”, disse Patrícia, que intercalava cada resposta com uma sonora risada.

O projeto foi gravado em sua terra natal e é bastante representativo em termos de raízes, de encontros e de descobertas. E ela é antenada. Ao falar de Brasil, citou Anitta como um exemplo de mulher de sucesso na música.

“Ela é lindíssima e muito talentosa (…) O Brasil teve várias bandeiras, de vários gêneros, mas agora é a vez dela”, disse a intérprete da inesquecível Corazón Bipolar.

Ela ainda lembrou a mensagem que mandou em português que levou os fãs brasileiros ao delírio no ano passado. “Foi uma maneira de me comunicar (…) Eles saem do Brasil e vão à Argentina, ao México para me ver. Acho que chegou a hora de eu retribuir e ir até vocês”.

Estamos na torcida, Paty Cantú!

A entrevista completa com Paty Cantú você confere no LatinPop Brasil na próxima semana!

Veja #Natural, o novo clipe da Paty Cantú (feat Juhn)

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