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Entrevistas

Karol Sevilla fala sobre Brasil, Sou Luna e planos para o futuro

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Karol Sevilla é protagonista de Sou Luna

Karol Sevilla já está arrumando as malas para desembarcar no Brasil! Na próxima sexta-feira (27), a estrela da Disney fará, junto com o restante do elenco, o primeiro show da nova turnê de Sou Luna em São Paulo, encerrando uma etapa que, segundo ela, vai deixar saudades!

Eu voltaria a viver a Luna Valente, faria de novo“, disse a jovem de 18 anos ao LatinPop Brasil.

A mexicana falou sobre o show de 1h40 que passará por São Paulo e Rio de Janeiro no fim desta semana. E parece ansiosa por reencontrar seu público daqui.

“O show é totalmente diferente, cantamos muito mais, músicas dos três discos e contamos as três temporadas em 1h40. E vamos falar em português! Vai ser muito divertido, vão rir muito!”, continuou Karol.

“Os brasileiros são muito carinhosos (…) Estamos muito felizes por voltar ao Brasil, adoro como falam, amo o português”.

Sou Luna está na terceira e última temporada. O futuro? A artista deixa um enorme ponto de interrogação, mas avisa que está aberta a propostas na carreira musical também.

“O destino vai dizer que o que vou fazer no futuro. Subir um degrau de cada vez, como diz minha família. Gosto de atuar, de deixar de ser Karol por algum momento, mas o bichinho da música me pegou também”.

E vocês: preferem que a Karol Sevilla continue cantando ou atuando?

Confira o bate-papo completo com a estrela da Disney!

Turnê Sou Luna Ao Vivo no Brasil

São Paulo

Local: Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP)
Data: 27 de julho (duas apresentações)
Horário: 15h e 19h
Preços: De R$60 a R$800
Ingressos: Pré-venda para clientes Credicard a partir do dia 8 de maio, no Tickets For Fun
Classificação: A entrada é livre, desde que acompanhada por pais ou responsável legal. De 14 anos em diante é permitida a entrada desacompanhados.

Rio de Janeiro

Local: Km de Vantagens Hall – Via Parque Shopping (Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ)
Data: 29 de julho
Horário: 19h
Preços: De R$150 a R$750
Ingressos: A partir do dia 8 de maio, no Tickets For Fun
Classificação: A entrada é livre, desde que acompanhada por pais ou responsável legal. De 14 anos em diante é permitida a entrada desacompanhados.

Entrevistas

Álvaro Soler: “Gostaria muito de fazer algo em português”

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Álvaro Soler fala sobre Mar de Colores, Brasil e caso de amor com a Itália

Falta menos de um mês para a chegada de Mar de Colores, o segundo álbum da carreira meteórica de Álvaro Soler, e ele promete: novidades, duetos bombásticos e o início de uma nova etapa.

As novidades sobre o novo trabalho foram contadas com exclusividade ao LatinPop Brasil, primeiro veículo a falar sobre o artista na semana em que El Mismo Sol se posicionou entre as músicas mais tocadas na Itália, ainda em 2015. À época, o artista não tinha sequer verbete na Wikipedia e o fenômeno, ainda inexplicável, fez com que a própria gravadora entrasse em contato com o site para buscar mais informações sobre o cantor.

“Meu caso de amor com a Itália é algo que não consigo explicar até hoje”, contou o espanhol de origem alemã e que já viveu até no Japão.

Desde então, suas músicas ecoam por todas as partes do mundo, inclusive no Brasil. Na semana passada, por exemplo, La Cintura tocava no Aeroporto Internacional de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, onde eu embarcava para a Argentina.

O Brasil é um sonho e Soler não esconde: “Gostaria muito de fazer algo em português. Ainda não há nada planejado, mas seria uma boa desculpa para ir ao país. É um sonho que tenho”.

Neste bate-papo, você vai conferir ainda o que o jovem falou sobre as comparações com Ricky Martin, Juanes e Enrique Iglesias, os duetos do sonhos e muitas novidades.

Aperte o play!

Entrevista exclusiva com Álvaro Soler

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Entrevistas

Riki: “Adoraria gravar com o Luan Santana”

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Riki fala pela primeira vez com o Brasil

Ele tem menos de dois anos de carreira, 26 de vida. Mas alguns dias na Itália te dão a sensação de se tratar de um veterano da música, tal o número de singles e clipes diferentes nas rádios e na TV.

Riccardo Marcuzzo, ou apenas Riki, venceu a categoria de canto do Amici di Maria de Filippi em 2017 para explodir os charts italianos. Conseguiu e quis mais: desbravar o mundo. Para isso, abraçou o reggaetón, o novo pop, e se uniu a ninguém menos do que a CNCO, sensação da música latina.

Resultado? Não apenas conseguiu ficar conhecido entre os híspano-hablantes, como chegou a romper a fronteira do mercado brasileiro graças à colaboração com a boyband, Dolor de Cabeza (Mal Di Testa, em italiano).

Sempre na vanguarda, o LatinPop Brasil conversa com o rapaz nascido em Segrate, na província de Milão, em 4 de fevereiro de 1992. Na entrevista concedida por e-mail, o artista fala da paixão pelo Brasil, futebol, suas referências musicais e muito mais!

Confira a entrevista exclusiva com Riki, o italiano que é sensação latina

A tua carreira é um fenômeno! Estive na Itália em dezembro e no mês passado e você toca sem parar, dos singles antigos aos novos, é impressionante como o público italiano te abraçou. Me lembro de tomar café da manhã sempre acompanhada por alguma canção sua nos hotéis. O que você, Riki, acha que trouxe de novo para o mercado musical italiano?
Eu me sinto sortudo por tudo isso, só posso ficar impressionado quando essas coisas acontecem. Sempre tentei fazer minha música, escrevo melodia e letra. Faço música quando sinto que posso expressar e dizer algo importante e relevante para mim, e acredito que isso está chegando ao meu público.
A gente estava acostumado a te ouvir em super baladas como Perdo Le Parole ou Aspetterò Lo Stesso, ou em canções mais pop. De repente, veio essa bomba: uma colaboração com a CNCO e um reggaetón? Por que decidiu se aventurar em um novo gênero, novo idioma…?
Minha equipe e eu queríamos uma colaboração internacional, então fomos à Sony e pedimos ajuda. CNCO estava no topo da minha lista. Já tinha Dolor de Cabeza escrita, mas em italiano. Após algumas semanas, avisaram que a CNCO tinha topado fazer a música comigo. Começamos a trabalhar imediatamente na letra em espanhol, e fomos a Miami para gravar com eles. O feeling com eles foi ótimo desde o início, depois disso eles vieram à Itália e passamos tempo juntos. Tocamos juntos no Wind Summer Festival em Roma, o mais importante festival de TV do verão, e ganhamos! Foi uma grande satisfação para todos nós. Estou feliz que a música esteja chegando a tantos países, e agora orgulhoso por ter o Brasil descobrindo minha música.
O mercado diz que o reggaetón é o novo pop. Você concorda? Pretende seguir por esse caminho?
Reggaetón tem uma grande sorte, as mulheres adoram! Quando isso acontece, você já tem metade do caminho… É um gênero que eu realmente gosto, e definitivamente é algo que quero fazer mais no futuro.
Como foi a experiência de gravar com a CNCO?
Como eu disso, foi maravilhoso. São garotos ótimos, talentosos e gentis. Tenho a sorte de ter feito minha estreia internacional com eles.
O que te deixa com Dolor de Cabeza, como a canção?
Dor de cabeça é algo que quando jovens passamos muitas vezes. Quando você gosta de uma garota e ela não te nota… Uma bagunça! E se ela dá a desculpa de que está com dor de cabeça, você perde as esperanças.

Depois do Amici, você lançou o álbum Mania e agora tem o Live & Summer Mania, seu primeiro disco ao vivo. Já podemos esperar um novo projeto discográfico inédito?
Agora preciso de tempo para escrever músicas e tirar uma pausa. São dois anos sem parar um dia. Não posso reclamar, porque foi uma experiência incrível, mas para escrever novas músicas você precisa liberar sua mente e se concentrar só nisso.
A gente brinca por aqui que você é uma máquina de lançar singles. Foram 5 em 2017 e 4 neste primeiro semestre de 2018. Já queremos saber quando vai vir o próximo!
Se olho para trás, é incrível o que fizemos, ainda não posso acreditar. Por enquanto preciso de tempo para respirar, antes de uma nova aventura.
Qual é o sonho que você ainda pretende realizar na sua carreira?
Um dos meus sonhos é ir ao Brasil e levar minha música até aí. Nunca estive aí, e sempre disse para mim mesmo: “Um dia vou finalmente conhecer o Brasil”.
Qual é a sua referência musical?
Muita música italiana, gente como Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. E também pop internacional como Justin Bieber, Timberlake, etc.
Precisamos confessar que ficamos todos apaixonados pelo seu português naquela ID. Conta para a gente tudo o que você conhece sobre a nossa cultura, sobre a nossa música…
A mulher do meu manager é brasileira, então ela me ajudou muito com as pronúncias. Além disso o português é um idioma maravilhoso, muito musical. Tenho fascínio pela cultura e história musical de vocês. E, claro, admiro muitos jogadores de futebol. Jogo futebol e há gerações de jogadores incríveis do Brasil. Fiquei triste por não terem chegado à final da Copa.

Gostaria de fazer algo para o mercado brasileiro? Dueto com alguém daqui! E, principalmente, já estamos te esperando por esses lados…
Adoraria! Mal posso esperar, talvez com Luan Santana, como fez a CNCO. Adorei como ficou “Mamita“.
Deixe uma mensagem para os fãs.
Brasil, estou chegando! Mal posso esperar para conhecer um dos países mais bonitos do mundo!

Scopri l’intervista in italiano

La tua carriera é da fenomeno! Siamo stati in Italia a dicembre e a giugno e le tue canzoni suonavano non stop, i singoli antichi, quelli nuovi… Fa impressione vedere come sei stato abbraciato dal pubblico italiano. Si faceva colazione nell’albergo e c’era una canzone tua che suonava. Cosa credi di aver portato di nuovo al mercato musicale italiano?
Mi sento molto fortunato, mi fa impressione quando queste cose succedono. Ho sempre provato a fare la mia musica, scrivo musica e parole. Faccio musica quando sento di potere esprimere e dire qualcosa di importante e rilevante per me, e credo che questo arrivi al mio pubblico.
Ci eravamo abituati a sentirti in ballad come Perdo Le Parole o Aspetterò lo Stesso, oppure in canzioni piú pop. Poi subito una bomba: una collaborazione con CNCO e un reggaetón! Perché hai deciso di fare questa avventura in un altro genere, altro idioma…?
Mio team ed io volevamo una collaboration internazionale, quindi abbiamo chiesto aiuto a Sony. CNCO era la prima della lista. Avevo Dolor de Cabeza giá scritta in italiano. Dopo qualche settimana ci hanno detto che CNCO voleva registrarla con me. Abbiamo subito iniziato a lavorare sul testo in spagnolo, e siamo andati a Miami per registrarla con loro. C’é stato feeling dall’inizio, poi sono venuti in Italia e abbiamo speso tempo insieme. Abbiamo suonato insieme all’Wind Summer Festival a Roma, il piú importante festival televisivo dell’estate, e abbiamo vinto! É stata una soddisfazione immensa per tutti noi. Sono felice che la canzone stia arrivando a cosí tanti paesi, e adesso fieri di avere il Brasile che scopre la mia musica.
Dal mercato si nota che il reggaetón é il nuovo pop. Sei d’accordo? Ti vedi per questa strada?
Reggaeton ha una fortuna: piace alle donne! Quando questo succede, sei giá a metá strada… É un genere che mi piace tanto, e sicuramente é qualcosa che voglio fare ancora in futuro.
Come é stata l’esperienza di registrare con CNCO?
Come avevo detto, é stato meraviglioso. Sono grandi ragazzi, hanno talento e sono gentilissimi. Ho avuto fortuna di fare il mio debutto internazionale con loro.
Cosa ti lascia con Dolor de Cabeza (mal di testa) come la canzone?
Mal di testa é qualcosa che hai tante volte quando sei giovane. Quando ti piace una ragazza e lei non ti nota… Un casino! E poi se ha la scusa del mal di testa… sei proprio perso.
Dopo Amici hai lanciato Mania e adesso Live & Summer Mania, il primo album live. Possiamo aspettarci un novo progetto discografico inedito?
Adesso ho bisogno di tempo per scrivere canzoni e fare una pausa. Sono due anni senza un giorno di riposo. Non posso lamentarmi, perché é stata una esperienza incredibile, ma per scrivere nuove canzioni devi liberare la mente e concentrarsi solo un questo.
Tra noi di LatinPop diciamo che sei una macchina di singoli. Cinque nel 2017 e giá 4 nel 2018. Il prossimo?
Se guardo indietro, é incredibile quello che abbiamo fatto, non ci posso credere. Per adesso ho bisogno di tempo per respirare, prima di una nuova avventura.
Quale sogno vuoi ancora realizzare nella tua carriera?
Uno dei miei sogni é venire in Brasile e portare lí la mia musica. Non ci sono mais stato, ed ho sempre detto a me stesso: “Un giorno finalmente andró a conoscere il Brasile”.
Quali sono i tuoi riferimenti musicali?
Molta musica italiana, gente come Lucio Battisti, Tiziano Ferro e Cesare Cremonini. Ed anche pop internazionale come Justin Bieber, Timberlake, ecc.
Dobbiamo ammettere… il tuo portughese ci ha impressionati in quella ID! Raccontaci cosa conosci della nostra cultura, la nostra musica…
La moglie del mio manager é brasiliani, quindi mi ha aiutato molto con la pronuncia. E poi il portoghese é un idioma meraviglioso, molto musicale. Sono fascinato dalla vostra cultura ed ereditá musicale. E, certo, ammiro tanto calciatori. Gioco a calcio e ci sono generazioni di calciatori incredibili in Brasile. Sono rimasto triste perché non siete andati alla finale del Mondiale.
Ti piacerebbe fare qualcosa per il mercato brasiliano? Una collaborazione forse… Giá ti stiamo aspettando da queste
Mi farebbe tanto piacere! Ci aspetto tantissimo, forse con Luan Santana, come ha fatto CNCO. Mi piace molto “Mamita”.
Lasci un messaggio ai tuoi fans in Brasile!
Brasile, arrivo! Spero di conoscere presto uno dei paesi piú belli del mondo!

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