Connect with us

Entrevistas

Exclusivo: Piso 21 fala sobre Brasil, sucesso e novo disco

Published

on

Piso 21 fala com exclusividade ao LatinPop Brasil

Só com o último single, Déjala Que Vuelva, o Piso 21 acumula 300 milhões de visualizações no YouTube. A mesma música se aproxima de 100 milhões de streamings no Spotify, número que tem grande contribuição dos brasileiros, décimo público da banda colombiana em reproduções digitais.

Em pouco mais de uma década de carreira, Pablito, Llane, Dim e El Profe começam a experimentar o gosto do sucesso global. E se sentem gratos pelo reconhecimento vindo do Brasil.

Foram Dim e El Profe que conversaram com exclusividade com o LatinPop Brasil na última sexta-feira (19). O grupo é a grande aposta da Warner Music Brasil para 2018, ano que deve marcar a chegada do novo disco, o segundo da carreira do grupo

Como primeiro, o homônimo Piso 21, eles conseguiram uma indicação ao Grammy Latino na categoria Revelação em 2012.

Além dos bons números, o quarteto tem no currículo uma amizade de longos anos com Maluma, parceiro no hit Me Llamas, que abriu definitivamente as portas do mercado brasileiro a eles. A temporada pode reservar ainda uma parceria com Enrique Iglesias, artista qual eles falaram com muito carinho e admiração no bate-papo da semana passada.

Vamos dar play?

Ouça na íntegra a entrevista exclusiva com Piso 21

*** colaboração Priscila Bertozzi

 

Entrevistas

[Exclusivo] Andrés Calamaro fala sobre música brasileira, reggaetón e os 40 anos de carreira

Published

on

O roqueiro argentino Andrés Calamaro fala com exclusividade ao LatinPop Brasil sobre o single Verdades Afiladas e o disco Cargar La Surte

40 anos de carreira não é fácil. Muitos artistas sequer conseguem se dedicar exclusivamente à sua arte. Mas Andrés Calamaro sim. Ele está comemorando quatro décadas na música completamente renovado.

O roqueiro argentino acaba de assinar um contrato discográfico com a Universal Music e o estreou em grande estilo: o single Verdades Afiladas e o recém-lançado disco Cargar La Surte. Em meio à intensa agenda promocional, Andrés Calamaro encontrou um tempinho para um bate-papo exclusivo com o LatinPop Brasil. Fã de Macunaíma e um apaixonado pela música brasileira, ele falou sobre o que é ser roqueiro em um mundo dominado pelo reggaeton.

(Entrevista em espanhol abaixo)

Entrevista Exclusiva: Andrés Calamaro

LatinPop Brasil: Vamos começar falando do seu último single, Verdades Afiladas. Fale um pouco sobre essa música.
Andrés Calamaro: Começamos pela letra e depois veio a música. Ela é uma canção muito transparente, poderíamos cantá-la como samba ou uma rancheira mexicana, eu acho. Eu queria esquecer de algumas coisas, mas fui imprudente escrevendo verdadeiras verdades. Afiadas.

LP: O videoclipe é uma grande homenagem ao clássico do cinema Taxi Driver. De onde veio a inspiração para isso?
AC: Do próximo Taxi Driver! Eu estudei os olhares do Robert De Niro… Concentrado na direção, olhando para o espelho ou se inclinando apenas para olhar os passageiros. Convidei meu professor de boxe e seu pai, El Látigo, que foi campeão mundial. Esse é o videoclipe promocional do disco, mas essas imagens independem da música para existir. Eu nunca apareço cantando. Sempre taxista. Taxista sempre. Taxi Driver!

LP: É impossível negar que o urbano e o reggaeton são a música do momento no mercado latino. Como roqueiro, o que isso significa para você? Como você enxerga a música latina?
AC: A música latina não é unicamente a que mais se escuta agora. A música da América tem gêneros, história, grandes intérpretes e autores, tem doçura, milhares de ritmos, músicos que mandam tanto como os sons populares de hoje em dia. Em toda a América há artistas originais, sensíveis, musicais e independente de gênero ou geração.

LP: Vimos muitos artistas, inclusive roqueiros, que estão apostando por sons mais urbanos. Você apostaria por algo assim?
AC: Uma sonoridade pode ser investigada. Considero como “companheiros e amigos” todos os meus colegas de ofício que ganham a vida ou apostam pela liberdade da expressão humana.
Alguém que importa é o Residente, ele tem um talento sobrenatural. “A crítica é aliada da queixa.” A música que eu não gosto, eu nunca escutei.

LP: Você tem quatro décadas de carreira na música. Como seguir se reinventando depois de tanto tempo? O que ainda te faz sonhar como no primeiro dia?
AC: A gravação desse disco, Cargar la Suerte, eu curti com ilusão e alegria. Mais e melhor do que no primeiro dia. Há 40 anos eu era um aspirante, minha única opção era me reinventar. Mas nem sempre eu posso fazer isso, “a la carta”… Sou um preguiçoso obsessivo. Não tenho grandes aspirações.

LP: Depois dessas quatro décadas… O que você ainda quer fazer na música? O que você gostaria de fazer que nunca fez?
AC: Muitas coisas! Gravar o repertório argentino, inspirar-me nos ritmos e nas cores da América, cantar Salsa, tocar a bateria, minimalismo, sons extremos… Quando gravamos um disco, escolhemos entre cinquenta discos possíveis. Há cinquenta maneiras de se gravar um disco e é preciso escolher uma.

LP: Se você tivesse que dar um conselho para quem está começando na música, que conselho você daria?
AC: Não seguir a corrente, tocar rock forte, ser irresistível e poderoso ao vivo, tenacidade, vontade e amor ao ensaio. Não se divorciar e evitar o consumo excessivo de substâncias tóxicas.

LP: Para acabar, não podemos deixar de te perguntar isso. Somos brasileiros. O que você conhece ou qual a sua relação com a nossa música?
AC: Na Argentina escutamos música brasileira. A Bossa Nova é quase um “gênero apropriado”. Aqui deixaram suas marcas Roberto Carlos, Chico Buarque, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Caetano, Ney Matogrosso… Também quero mencionar o acordeão mágico de Sivuca e Oswaldinho, Moacir Santos, João Gilberto, Cartola e Adoniran Barbosa. Nervos de Aço, Vinicius, Titãs, Paralamas, Secos e Molhados… O talento genial dos músicos do Brasil é ilimitado. É uma honra pensar que alguém no Brasil pode estar escutando a minha música.

Entrevista Exclusiva: Andrés Calamaro (en español)

LatinPop Brasil: Empecemos hablando de tu último single, Verdades Afiladas. Cuéntanos de esa canción.
Andrés Calamaro: Hicimos primero la letra y después la música. Es una canción bastante transparente, podría cantarse como samba o como ranchera de México. Supongo. Quisiera olvidarme de algunas cosas pero fui imprudente escribiendo verdaderas verdades. Afiladas.

LP: El videoclip es un gran homenaje al clásico del cine Taxi Driver. De dónde ha surgido la inspiración?
AC: De Taxi Driver! … Estudié las miradas de Robert De Niro … concentrado en la conducción, mirando el espejo o inclinándose apenas para mirar a los pasajeros. Invité a mi profesor de Boxeo y a su padre, El Látigo, que fue campeón del mundo. Aunque es un video promocional del disco, son imágenes que no se valen de la canción para existir … Nunca estoy cantando … Siempre taxista. Taxista siempre. Taxi Driver!

LP: No hay como negar que el urbano y el reggaeton son la música del momento en el mercado latino. Como un rockero, que significa eso para ti? Como ves a la música latina en la actualidad?
AC: La música latina no es, únicamente, la que más se escucha ahora mismo. La música de América tiene géneros, historia, grandes intérpretes y autores, tiene dulzura, miles de ritmos, músicos que mandan tanto como los sonidos populares de hoy en día. En toda América hay artistas originales, sensibles, musicales e independientes de los estilos genéricos o generacionales.

LP: Hemos visto a muchos artistas e incluso rockeros que ahora están apostando por esa sonoridad más urbana. Harías algo así?
AC: Una sonoridad siempre se puede investigar. Considero como “compañeros y amigos” a todos mis colegas de oficio que se ganan la vida o apuestan por la libertad de la expresión humana. Alguien que importa es Residente, tiene un talento sobrenatural.
“La crítica es aliada de la queja” … La música que no me gusta, nunca la escuché.

LP: Son 4 décadas de carrera musica. Cómo seguir reinventándose después de tanto tiempo? Qué es lo que te sigue ilusionando como en el primer día?
AC: La grabación de este disco, Cargar la Suerte, la disfruté con ilusión y alegría. Mas y mejor que el primer día. Hace cuarenta años era un aspirante, mi única opción era reinventarme. Pero no siempre puedo reinventarme “a la carta” … Soy un haragán obsesivo … No tengo grandes aspiraciones.

LP: Después de esas 4 décadas… Qué te queda por hacer en la música? Qué te gustaría hacer que jamás hayas hecho?
AC: Muchas cosas. Grabar el repertorio argentino, inspirarme en los ritmos y los colores de América, cantar Salsa, tocar la batería, minimalismo, sonidos extremos … Cuando grabamos un disco, elegimos entre cincuenta discos posibles. Hay cincuenta maneras de grabar un disco y hay que elegir una.

LP: Si tuvieras que dar un consejo para quien está empezando en la música, que consejo darías?
AC: No seguir la corriente, tocar rock fuerte, ser irresistibles y poderosos en vivo, tenacidad, voluntad, amor al ensayo … No divorciarse y evitar el consumo sostenido de sustancias tóxicas.

LP: No podemos no preguntarte eso. Somos de Brasil. Qué conoces o cuál es tu relación con nuestra música?
AC: En Argentina escuchamos música del Brasil. La Bossa es casi un “género apropiado”. Aquí dejaron huella Roberto Carlos, Chico Buarque, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Caetano, Ney Matogrosso … Agrego a los acordeones mágicos de Sivuca e Oswaldinho, Moacir Santos, João Gilberto, Cartola y Adoniran Barbosa.
Nervos de Aço, Vinicius, Titãs, Paralamas, Secos e Molhados … El talento genial de los músicos de Brasil es ilimitado. Es un honor pensar que en Brasil alguien podría estar escuchando mis canciones.

Continue Reading

Entrevistas

Luis Fonsi fala sobre retorno ao Brasil, novo disco e Imposible

Published

on

Luis Fonsi lançou novo single, Imposible

“Feliz, feliz”. Foi assim que Luis Fonsi começou o bate-papo com o LatinPop Brasil no início da tarde desta sexta-feira, 19 de outubro, data que marca a estreia de Imposible, uma canção que mescla um pouco das várias facetas do artista e foi pensada para o timbre de Ozuna, seu companheiro no novo single.

“É preciso se reinventar sempre (…) Eu queria dar um toque mais romântico à canção e escrevi pensando na voz do Ozuna, que tem esse timbre mais melódico”, contou o porto-riquenho por telefone.

Perguntado sobre o título, o homem de mais de cinco bilhões de views e sete recordes registrados no Guinness Book, foi enfático: “Nada é impossível”.

Imposible é a quarta faixa que o artista de 40 anos apresenta daquele que será seu próximo projeto discográfico. E para quem está contando os dias para ouvir o álbum completo, ele deixou uma dica e tanto: “O lançamento deve acontecer entre o fim de janeiro e fevereiro”.

Antes, o astro lançou o fenômeno Despacito, Échame la Culpa e Calypso. O hit o transformou em ídolo também no Brasil, país ao qual ele quer voltar em breve.

“Sempre disse que o Brasil era um grande desafio e eu quero mais. Quero voltar mais vezes, amei o público, a cultura, a música. Quero voltar logo”, finalizou Fonsi, revelando que além de Eros Ramazzotti, com quem gravou um dueto para o álbum Vita Ce N’è, tem uma canção a ser lançada com a banda Clean Bandit, do sucesso Rockabye.

Ouça a entrevista na íntegra 

Ouça Imposible, o novo single de Luis Fonsi e Ozuna

Letra de Imposible – Luis Fonsi feat Ozuna

Fonsi (¡Ay!) 
Eso que te falta cuando estás con él 
Que te mire y que te haga sentir mujer 
No te mientas que él nunca te hará el amor 
Como yo, como yo (Ozuna) 
Guarda tu secreto aquí en el corazón 
De cuando mi boca se perdió en tu piel (wuh) 
No hay que serle fiel cuando ya no hay amor, no hay amor 

[Coro: Luis Fonsi, Ozuna] 
Es imposible que te quiera como yo (no) 
No hay nadie que te quiera como yo (como yo) 
Déjame que te cambie la suerte 

Es imposible que te bese como yo (no) 
No hay nadie que te bese como yo (como-como yo) 
Para mí es imposible perderte 

[Post-Coro: Luis Fonsi] 
Y así, na’ má’, me enamoré, eh-eh-eh-eh 
De esa carita que no tiene nadie 

Y así (ah), na’ má’ (ah), me enamoró, oh-oh-oh-oh 
Quisiera que esta noche no se acabe 
Es imposible que te quiera como yo (baby, como-como) 

[Verso: Ozuna, Luis Fonsi & Ozuna, Luis Fonsi] 
Ozuna (jaja) 

Te juro, nadie va a quererte como yo lo hago 
Dios mío que me perdone, pero si es pecado 
Solamente quiero morir a tu lado 
Y hacerte sentir to’ lo que te hacía (ouh) 
Juré que aquel día, nunca olvidaría, me dijiste que volvía’ 
Pero yo me lo creí, sin saber que tú sabía’ 
Pero te volví a tener, la vida es una ironía (oh-oh) 
To’ lo que te hacía 
Juré que aquel día (oh-oh-oh), nunca olvidaría, me dijiste que volvía’ 
Pero yo me lo creí, sin saber que tú sabía’ (uoh-oh, uoh-oh) 
Pero te volví a tener, la vida es una ironía (uoh-oh-oh) 

[Coro: Luis Fonsi, Ozuna] 
Es imposible que te quiera como yo (como yo) 

No hay nadie que te quiera como yo (como yo) 
Déjame que te cambie la suerte (eh-eh) 
Es imposible que te bese como yo (ouh-ouh) 
No hay nadie que te bese como yo (como-como yo) 
Para mí es imposible perderte 

[Post-Coro: Luis Fonsi] 
Y así, na’ má’ (ah), me enamoré, eh-eh-eh-eh (oh) 
De esa carita que no tiene nadie 
Bailando aquí en el medio de la calle (no-no) 
Y así (ah), na’ má’ (ah), me enamoró, oh-oh-oh-oh 
Quisiera que esta noche no se acabe 
Es imposible que te quiera como yo 

[Outro: Luis Fonsi, Ozuna] 
Ey (jajaja), báilalo, báilalo 
Fonsi 
Eh-eh-eh-eh 
Ozuna 
B.A 
Oh no, oh no 
Dímelo Vi 
Oh-oh-uoh-uoh 
Oh-oh-oh-oh, baby 
Quisiera que esta noche no se acabe 
Es imposible que te quiera como yo

 

Continue Reading
Advertisement

Playlists

Advertisement
X