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Exclusivo: Lali fala sobre Anitta, relação com Brasil e sucesso global

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Lali - Entrevista Exclusiva

Conversar com uma das artistas mais influentes do mundo da música, confesso, parecia um desafio. E olha que depois destes dois anos de LatinPop Brasil o currículo ficou cheio de gente importante: Laura Pausini, Maná, David Bisbal, Abraham Mateo, Alvaro Soler, J Balvin, Lucero, apenas para citar alguns dos tubarões que já passaram por aqui, nos deram mais do que know how para falar com qualquer ícone do mercado, certo?

Mais ou menos. Lali era diferente. Lali foi sonhada e suada. Foram meses de negociação para que o dia, enfim, chegasse. Se todos os nomes citados acima formam a base da indústria latina atual, ela é o futuro. E já faz algum tempo que olhamos para a sua trajetória artística como o sopro de frescor que o mercado precisa, principalmente no que se refere à música latina feita por mulheres.

Pontualmente às 16h30 da última segunda-feira (5), assim como tinha ficado combinado no final da semana anterior, a intérprete de Boomerang atendeu a nossa chamada. Se havia qualquer reticência por respeito ao que ela representa para o cenário musical – estamos falando de alguém com mais influência na internet do que Rihanna e Adele, por exemplo – foi dissipado logo no primeiro minuto de conversa.

Direta e simples, ela fez um breve resumo da carreira e não disfarçou a alegria de falar com o Brasil pela primeira vez. Sim, Lali é gigante, Lali tem amigos como Ricky Martin, mas ainda lhe falta desbravar a fronteira mais difícil para os latinos. Ciente do número de fãs que tem por aqui, ela dispensou desde o início do bate-papo uma atenção especial para falar sobre seu exército de lalitos brasileiros.

Sem cerimônias, me chamando pelo nome a todo instante, não teve assunto proibido: da inspiração no fim da relação com Mariano Martinez para compor Boomerang, seu último single, às conversas que tem com seus executivos para, quem sabe, gravar com Anitta, nada ficou sem resposta. A proximidade de sua chegada ao Brasil ficou clara. Bastante consciente e sem querer despertar falsas esperanças, ela não deu data, mas o simples fato de confirmar que vai gravar em português deixa nítido que o Brasil é um de seus próximos destinos.

Assim como é a Itália, onde nas próximas semanas vai lançar a versão em espanhol da histórica Roma-Bangkok ao lado de Baby K. Assim como é o restante do mundo que deve ver, já na semana que vem, a estreia global de Ego, a nova faixa promocional de seu segundo álbum: Soy.

Nesta conversa exclusiva, Lali fala sobre o dueto com Abraham Mateo, os ensinamentos de Ricky Martin, o furacão que se tornou nas redes sociais, o mercado argentino e assume: não há quem invista no som eletro-pop como ela entre os latinos.

Confira a íntegra da entrevista exclusiva de Lali ao LatinPop Brasil

Entrevistas

CNCO no Brasil: ouça a entrevista da banda na íntegra

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CNCO confirma viagem ao Brasil

Os fãs da CNCO estão com o cardiologista em dia? O surto é real e oficial: a banda está prestes a desembarcar no Brasil para promoção. E quem revelou foram Joel Pimentel, Christopher Vélez e Richard Camacho em entrevista exclusiva ao LatinPop Brasil na última semana de março.

A viagem está confirmadíssima, falta apenas definir as datas em que a banda multicultural estará em solo brasileiro, aproveitando o lançamento da versão em português de Mamita ao lado de Luan Santana.

“Sabemos que temos muitos fãs no Brasil, mas ainda não conseguimos vê-los. Esse ano vai acontecer. Em breve, vamos divulgar as datas no nosso site e nas redes sociais”, disse Christopher.

E não é conversa de quem está jogando para a torcida, não. Segundo o LatinPop Brasil apurou com fonte próxima à equipe do grupo, faltam apenas detalhes para o anúncio.

Além disso, durante o bate-papo, os rapazes falaram sobre o segundo álbum, intitulado CNCO, que chega na próxima sexta-feira (6).

“Leva nosso nome porque estamos mais maduros, participamos mais do processo de criação, tem o nosso selo. Tem de tudo um pouco, mantivemos a mistura de ritmos, já estamos pensando nas coreografias”, contou Richard.

E, por fim, a notícia que os fãs esperavam ouvir: não há planos de carreiras solo de nenhum deles.

“Pensamos grande: filmes, séries, documentários. Estamos felizes, nos damos bem, não há porque mudar isso. Queremos muito mais como CNCO”, finalizou Joel.

Ouça a entrevista da CNCO na íntegra

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Entrevistas

Luis Fonsi muito além de Despacito: a entrevista na íntegra

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Luis Fonsi veio ao Brasil pela primeira vez

O cansaço era evidente. A alegria de vir pela primeira vez ao Brasil realizar um sonho também. Já passava de 21 horas da segunda-feira, 26 de março, quando Luis Fonsi recebeu a reportagem do LatinPop Brasil nos bastidores da Rede Record, em São Paulo.

Naquele dia, ele tinha vivido uma maratona de promoção: rádios pela manhã, The Noite com Danilo Gentili à tarde, e de lá seguiu para gravar o Programa da Sabrina e o talk show do Fabio Porchat, as duas últimas gravações recheadas de problemas técnicos.

Ao contrário do que foi divulgado, zero estrelismo. Profissionalismo, sim. A voz ao vivo exigia a passagem de som. Grava uma, duas, três… tudo para que sua estreia no mercado brasileira saísse como está acostumado lá fora, sem erros.

Começamos dizendo a ele que faríamos uma entrevista diferente. Nada de Despacito na pauta. Pela canção do século, lhe demos apenas felicitações e um muito obrigada por tudo. Ele sorriu. Sabia que falaria de futuro. Novo trabalho, a nova fase, o novo disco:

“Chegará ainda em 2018, com certeza, já está pronto. (…) Vou manter essa mistura de ritmos e vai ter até algo que vocês aqui no Brasil chamam de funk [faz o som da batida com a voz]”, disse ele, antes de contar que haverá mais colaborações além de Daddy Yankee e Demi Lovato.

“Simpatizo com vocês, mas não posso contar (…) Não me deixam dar nenhum detalhe”, contou, aos risos”

Aos fãs da velha-guarda, a boa notícia: as baladas que o consagraram estarão presentes no novo trabalho. “Nunca, nunca, nunca vou abandoná-las”.

Sobre a mudança de sonoridade, Fonsi foi cirúrgico na explicação:

“Quando eu comecei, as rádios me pediam baladas. Eu fazia baladas. Hoje, esse é o som. É o que me pedem e eu vejo como uma evolução natural. Não sei se daqui a cinco anos estarei fazendo a mesma coisa. Tomara, porque estou adorando. Mas, quem sabe, vem um som mais acústico, por exemplo”, falou Luis Fonsi.

Na entrevista, ele contou ainda sobre sua vontade de gravar com Ivete Sangalo, as surpresas para a turnê no Brasil e recebeu das mãos da equipe do LatinPop Brasil os cinco prêmios que ganhou no ano passado: Artista do Ano, Música do Ano, Clipe do Ano, Colaboração do Ano e Prêmio à Trajetória (Muito Além de Despacito).

Veja a entrevista de Luis Fonsi na íntegra

*** com Fernanda Cabrera e Thiago Gil

Luis Fonsi no Brasil – Love & Dance Tour

Curitiba

Data: 3 de maio

Local: Live (R. Itajubá, 143 – Novo Mundo, Curitiba)
Preço: de R$ 120 a R$ 6 mil
IngressosDisk Ingresso.

São Paulo

Data: 4 de maio
Local: Espaço das Américas
Preço: R$ 60 a R$ 200
IngressosTicket 360.

Rio de Janeiro

Data: 5 de maio
Local: Km de Vantagens Hall
Preço R$ 60 a R$ 300
IngressosTickets For Fun

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