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Alejandro Sanz: “Ainda me falta escrever a canção mais bonita do mundo”

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Alejandro Sanz fala com o LatinPop Brasil sobre ano inesquecível

Alejandro Sanz vive um ano inesquecível. Mesmo sem um lançamento inédito, ele viveu a glória de ver o estádio Vicente Calderón lotado para comemorar em um show os 20 anos do seu álbum lendário, Más. As entradas se esgotaram em meia hora.

Não bastasse, a Academia Latina de Gravação o escolheu como homenageado do ano. Sua trajetória também será condecorada nos Prêmios Ondas. E se você acha pouco, tem mais: em novembro, o artista lançará Vive, sua primeira biografia.

E foi um Sanz absolutamente feliz com todos esses acontecimento que atendeu o telefone às 16h45 desta terça-feira, 24 de outubro. Simpático, a primeira coisa que fez foi perguntar sobre o clima, de onde eu falava e deixar claro que está morrendo de saudades do Brasil.

“Eu preciso voltar. Eu preciso do público brasileiro. Minha última turnê não foi e eu estou louco para sentir vocês de novo”, falou Alejandro Sanz ao LatinPop Brasil.

Em 15 minutos de um bate-papo descontraído, o cantautor relembrou seu maior sucesso, Corazón Partio. “Eu precisava mostrar minhas raízes, o flamenco, até então não tinha feito nada parecido. A música nasceu em um quarto de um hotel em Monterrey, no México, mas foi uma necessidade de colocar para fora o que eu realmente era”.

Sanz falou ainda sobre a relação com o Brasil e como conseguiu conquistar um público tão “peculiar” muito antes de explosão latina. Com tanta história, tanto sucesso e, mesmo com o passar dos anos, no auge da carreira, o que ainda falta para ele realizar na música?

“Assim como disse o Sabina, ainda preciso escrever a música mais bonita do mundo. Tenho muito trabalho a fazer ainda”, brincou o simpático músico de 48 anos.

A íntegra da entrevista você confere ainda nesta semana no LatinPop Brasil!

Relembre Más, o disco lendário de Alejandro Sanz

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Exclusivo: Piso 21 fala sobre Brasil, sucesso e novo disco

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Piso 21 fala com exclusividade ao LatinPop Brasil

Só com o último single, Déjala Que Vuelva, o Piso 21 acumula 300 milhões de visualizações no YouTube. A mesma música se aproxima de 100 milhões de streamings no Spotify, número que tem grande contribuição dos brasileiros, décimo público da banda colombiana em reproduções digitais.

Em pouco mais de uma década de carreira, Pablito, Llane, Dim e El Profe começam a experimentar o gosto do sucesso global. E se sentem gratos pelo reconhecimento vindo do Brasil.

Foram Dim e El Profe que conversaram com exclusividade com o LatinPop Brasil na última sexta-feira (19). O grupo é a grande aposta da Warner Music Brasil para 2018, ano que deve marcar a chegada do novo disco, o segundo da carreira do grupo

Como primeiro, o homônimo Piso 21, eles conseguiram uma indicação ao Grammy Latino na categoria Revelação em 2012.

Além dos bons números, o quarteto tem no currículo uma amizade de longos anos com Maluma, parceiro no hit Me Llamas, que abriu definitivamente as portas do mercado brasileiro a eles. A temporada pode reservar ainda uma parceria com Enrique Iglesias, artista qual eles falaram com muito carinho e admiração no bate-papo da semana passada.

Vamos dar play?

Ouça na íntegra a entrevista exclusiva com Piso 21

*** colaboração Priscila Bertozzi

 

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Paty Cantú: “Entrar no reggaetón é uma mensagem de empoderamento”

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Natural é o novo single de Paty Cantú

Se você esperava um disco de Paty Cantú com Valiente, Amor Amor Amor e Rompo Contigo, saiba que as músicas entrarão como bônus track do próximo projeto discográfico da mexicana, #333, ainda sem data de lançamento divulgada.

O primeiro single oficial do álbum é #Natural, lançado no último dia 10. A música é resultado de anos de experiências culturais e musicais que transformaram a cantora desde o seu último trabalho, o Drama Queen En Vivo, de 2014.

Veja #Natural, o novo clipe da Paty Cantú (feat Juhn)

Assim como anterior, o novo CD também é um live. E com várias participações especiais ainda mantida em sigilo pela artista de 33 anos, nascida em Houston, mas criada em Guadalajara, no México.

“Tudo evolui na vida (…) Fazer reggaetón é também uma mensagem de empoderamento e tem tudo a ver com a fase que vivo”, disse Patrícia, que intercalava cada resposta com uma sonora risada.

O projeto foi gravado em sua terra natal e é bastante representativo em termos de raízes, de encontros e de descobertas. E ela é antenada. Ao falar de Brasil, citou Anitta como um exemplo de mulher de sucesso na música.

“Ela é lindíssima e muito talentosa (…) O Brasil teve várias bandeiras, de vários gêneros, mas agora é a vez dela”, disse a intérprete da inesquecível Corazón Bipolar.

Ela ainda lembrou a mensagem que mandou em português que levou os fãs brasileiros ao delírio no ano passado. “Foi uma maneira de me comunicar (…) Eles saem do Brasil e vão à Argentina, ao México para me ver. Acho que chegou a hora de eu retribuir e ir até vocês”.

Ouça a íntegra da entrevista de Paty Cantú ao LatinPop Brasil

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