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Eurovision

Eurovision Time – Os países mais alternativos do ESC

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Gisela Eurovision 2008

Hola, amigos de LatinPop Brasil!

Depois dos resultados chocantes (QQ VC TÁ FAZENDO AÍ CROÁCIA?) desta última semifinal, eu não sei nem como reagir e pensar sobre esse Eurovision… Mas enfim, não estou aqui para me lamentar e sim para continuar a contar algumas histórias curiosas do festival. Na próxima semana, conto mais uma delas e encerro esse especial comentando também do vitorioso. Se bem que, como ele será latino (eu tô falando de você, Francesco Gabbani), eu nem preciso falar dele aqui na minha coluna…

Você aí que é iniciante no festival pode notar, que tem país que nem é da Europa, mas que está ali na competição, o que é o caso da Austrália, e de Israel.

Porque eles estão no EUROvision então?

A European Broadcasting Union (EBU) ou, aportuguesando o termo, União Européia de Radiofusão (UER) é a responsável pela organização do Eurovision. Ela possui cerca de 74 membros ativos pela Europa, e cerca de 44 membros pelo mundo todo, inclusive no Brasil (TV e Rádio Cultura/Fundação Padre Anchieta) e nos EUA (os maiores canais abertos como ABC, NBC e CBS também fazem parte da EBU). As redes de TV SBS (Austrália) e IBA (Israel) são membros ativos da organização e com isso, também participam do festival.

A Austrália participou pela primeira vez lá em 2015, na comemoração de 60 anos do Eurovision. Eles foram representador por Guy Sebastian e sua Tonight Again, alcançando o quinto lugar… E eles quase venceram ano passado com a fantástica Dami Im, e Sound of Silence que ficou em segundo lugar.

Israel estreou em 1973 com Ilanit, cantando Ey Sham e conquistando a quarta posição. Desde então, Israel só não participou do festival em quatro ocasiões… E já venceu três vezes: 1978 (Izhar Cohen & Alphabeta, A-Ba-Ni-Bi), 1979 (Gali Atari & Milk and Honey, Hallelujah) e 1998 (Dana International, Diva).

Ambos os países se encontram na final de 2017 na disputa, mas tem muito país “pequeno” e “obscuro” que já pisou em palcos eurovisivos muito antes de San Marino Valentina Monetta aparecer.

Vamos relembrar alguns desses casos?

O mais famoso e vitorioso é Luxemburgo, um dos países fundadores do ESC em 1956. Foram 37 participações com cinco vitórias (em 1961, 1965, 1972, 1973 e 1983)… Eles apenas perdem para Irlanda e Suécia na quantidade de troféus eurovisivos!

Desde 1993 que a nação francófona não participa do festival devido a problemas financeiros, mas não há como negar que Luxemburgo marcou e muito a história eurovisiva com hits como Poupee de Cire, Poupee de Son e Tu Te Reconnaîtras, e que revelou nomes famosos pelo mundo como Lara Fabian e Baccara.

Outro país francófono que não dá as caras no Eurovision há anos é o principado de Mônaco. São 24 participações do microestado no festival, com uma vitória em 1971 (Séverine, com Un banc, un arbre, une rue).

Um fato curioso é que em 1972 o microestado não sediou o festival, e sim Edimburgo, na Escócia (Reino Unido). Os motivos foram a falta de uma arena decente para sediar o evento e a falta de dinheiro para a construção de uma com o padrão necessário. A última participação de Mônaco no Eurovision foi em 2006.

Os latinos não tinham apenas Espanha, França, Portugal e Itália (e San Marino?) para acompanhar no Eurovision há alguns anos. O principado de Andorra iniciou sua aventura eurovisiva em 2004, com Jugarem a Estimar-nos de Marta Roure.

Todas as canções de Andorra eram em catalão (ou parte catalão, parte inglês). Em nenhuma das seis participações do país no festival, ele conseguiu classificação para a final… Mas não podemos esquecer a nossa triunfita Gisela, que causou com o look mais bizarro do Eurovision 2008 e sua Casanova. Desde 2009 Andorra desistiu de participar do festival por problemas financeiros, e não há nenhuma previsão de que eles voltem a participar.

A República Tcheca é um país novato em Eurovision, é verdade. Mas a Eslováquia, seu vizinho de longa data, já participou antes deles! Sua jornada eurovisiva iniciou-se em 1993, quando ainda havia uma pré-eliminatória no Eurovision que não passava na TV… E que os eslovacos acabaram eliminados. A primeira participação oficial foi em 1994 com Tublatanka e sua Nekonečná pieseň, que terminou na décima nona posição.

O país ia e voltava o tempo todo nos anos 90. Houve um período em que a rede de TV local tentou se manter no festival de 2009 a 2012, mas todas as suas performances falhavam em se classificar para a grande final. Desde então o país nunca mais voltou a participar.

O país mais curioso dessa lista é o Marrocos. Sim, o único país árabe a participar oficialmente do festival (o Líbano desistiu em 2005, lembram-se dessa história?). O caso ocorreu em 1980 (justamente quando Israel não participou do ESC… Ah, pois é!). Samira Bensaïd competiu com Bitaqat Hob, a primeira canção em árabe no festival (já tivemos outras depois, mas é um tema que vale pra outro Todo El Mundo). O Marrocos não foi bem, ele terminou apenas na décima oitava posição com míseros sete pontos (todos vindos da Itália).

Há algum país que você gostaria de ver de volta no Eurovision? Ou que finalmente fizesse sua estréia (há anos que rolam boatos do Kosovo participar, e também outras nações menores como Liechtenstein, mas nada concreto)?

Um abraço, e bom Eurovision a todos nós!

1, 2, 3 Go!

Operación Triunfo e cinco concorrentes para o Eurovision

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Rosa representou a Espanha no Eurovision 2002 com Europe's Living a Celebration

Hola LatinPop Brasil!

Durante essa semana, a TVE anunciou que o representante da Espanha no Eurovision 2018 vai sair da atual temporada de Operación Triunfo.

OK, voltando… Essa fórmula foi utilizada dos anos 2002 a 2004. Uma seleção a parte era feita com os finalistas de cada edição. Nosso post de hoje vai mostrar pra vocês um pouco dos concorrentes dessas finais nacionais.

1. David Bisbal – Corazón Latino

Pouca gente se lembra, mas o Operación Triunfo surgiu como uma grande final nacional para escolher o representante da Espanha no Eurovision 2002. O sucesso discográfico do formato aconteceu “sem querer”.

Corazón Latino não apenas foi a música com a que David Bisbal quase foi ao Festival, mas também foi o primeiro single de uma carreira gigante. Histórico!

2. Ainhoa Cantalapiedra – Mi razón de vivir (2003)

A cantora vitoriosa da segunda edição do Operación Triunfo, mas não conseguiu vencer a final nacional de seu país. Com 31% dos votos, Mi razón de vivir ficou em segundo lugar. Ainda bem, porque tem cara, pinta e dancinha flop.

3. Ramón del Castillo – Para llenarme de ti (2004)

Ramónzito pode ter ficado com a segunda colocação em OT3, mas carimbou seu passaporte para Istambul com a dançante Para llenarme de ti. Ele conseguiu a décima colocação para seu país.

4. Beth – Dime (2003)

Uma das melhores músicas da Espanha no Eurovision, na minha singela opinião. Beth ficou em terceiro lugar no OT2 e em oitavo na edição do Eurovision daquele ano, que aconteceu em Riga (Letônia). Ah! Ela concorreu na final nacional com o futuro ex, Manuel Carrasco, que ficou na última colocação na NF, não nos nossos corações.

5. Rosa – Europe’s living a celebration (2002)

A única pessoa que deve o cacife de vencer tanto o Operación Triunfo e a final nacional foi Rosa.

Ela conseguiu quase metade dos votos da final nacional e, no festival, conseguiu alcançar a sétima colocação. A cantora também participou da festa de 60 anos do Eurovision cantando um medley com vários sucessos da Espanha.

Por hoje é só. Buenas 😉

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Eurovision

Representante da Espanha no Eurovision vai sair do Operación Triunfo

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Amaia é uma das favoritas a vencer o OT 2017 e representar a Espanha no Eurovision

Já estava cantado há semanas, mas agora é oficial. O represente da Espanha no Eurovision 2018 vai sair do Operación Triunfo.

O anúncio foi feito durante a gala ao vivo da última segunda-feira (4). Ou quase isso. A notícia deveria ter sido uma surpresa para o público, mas quase meia hora antes do anúncio oficial ela foi publicada no site da própria TVE, a TV estatal espanhola. Enquanto todo mundo em casa já sabia da novidade, o apresentador Roberto Leal seguia dizendo que tinha “uma surpresa”. Ops.

https://twitter.com/OT_Oficial/status/937830220815634432

Ainda não sabe ao certo qual será o modelo de escolha para o representante da Espanha no Eurovision dentro do talent. Nos anos em que isso aconteceu (2002 / 03 / 04), os três primeiros colocados receberam canções em uma competição paralela, após a final. A TVE ainda não revelou se vai repetir o formato.

De momento, há três favoritos destacados para vencer o OT e, consequentemente, ser forte candidato a representar a Espanha no Eurovision 2018: Aitana, Amaia e Alfred. Desde o princípio, eles se revezam no Top 3 de favoritos do público todas as semanas.

No Twitter, os eurofãs espanhóis pedem que a canção seja composta e/ou produzida por Guille Milkyway. Professor de Cultura Musical na Academia, ele também é o líder do grupo La Casa Azul, que tentou ir ao Festival em 2008.

A cantautora Zahara também já disse que gostaria compor para levar Amaia ao Festival. Há algumas semanas, seu hit Con las Ganas ganhou uma versão no programa, nas vozes da própria Amaia e Aitana.

Barei que representou a Espanha no Eurovision de 2016, também deu a entender que poderia escrever para os triunfitos

… Para logo em seguida admitir que a parceria Zahara – Amaia seria perfeita.

O Eurovision 2018 acontece entre os dias 8 e 12 de maio em Lisboa.

Essa será a primeira vez que Portugal recebe o Festival, que chega ao país depois da história vitória de Salvador Sobral em 2017.

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