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Ora Pois #5: estamos de volta com música portuguesa

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A vitória de Salvador Sobral no Eurovision é um resultado histórico para a música portuguesa

A música portuguesa está atravessando um momento de extrema popularidade graças à vitória do Salvador Sobral no Eurovision 2017. Acompanhando o sucesso, o LatinPop Brasil retomará o seu percurso pelas terras lusas através da Ora Pois!!

Para o retorno da seção, nada melhor do que analisar a conquista de Amar Pelos Dois no festival europeu. Acontece que a conquista do Sobral é significativa demais como para não falar dela.

Para o Eurovision, a conquista de Amar Pelos Dois faz com que o festival volte a ser imprevisível. Durante as semanas prévias ao evento, o italiano Francesco Gabbani era o favorito absoluto (de casa de aposta e fãs) a levar o troféu. Mesmo na noite da final, poucos acreditavam na vitória de algum outro país.

Amar Pelos Dois também acaba com as teorias de que fazer tal ou qual coisa garante uma vitória. Em um festival em que houve dança sobre esteiras, canto tirolês, telões mirabolantes e outras trocentas atrações, venceu um cara parado no meio do público cantando uma balada clássica, com um fundo que bem podia ser uma foto.

Salvador e Luísa Sobral (irmã do cantor e compositora da música) também acabam com o mito de que música em idioma que não seja inglês não vence. É mais fácil quando o idioma é falado por a maioria das pessoas que votarão? Claro que sim. Mas Amar Pelos Dois tem um jeito de emocionar mesmo quando você tem que pesquisar a tradução da letra para poder compreender.

Para a RTP, a emissora portuguesa, a vitória significa tirar das costas um peso enorme. Portugal era o único país “clássico” que ainda não tinha conseguido o ansiado troféu. A maior colocação de uma música lusa até 2017 era um sexto lugar, atingido em 1996. Nas 48 participações prévias à de este ano, o país tinha ficado no top ten apenas nove vezes. E desde 2010 que o país não conseguia passar das semifinais do concurso. Ou seja: Portugal era a Thalia, rainha da sofrência, do Eurovision.

Portugal também tem benefícios com a vitória dos Sobral. A RTP organizará o Eurovision em 2018. Isso significa uma oportunidade única de publicidade do país para um público enorme (o festival de este ano foi visto por 180 milhões de pessoas em todo o mundo). E, musicalmente falando, o Salvador fez com que o mundo prestasse atenção para o que o mercado musical do seu país tem a oferecer.

É por isso que a Ora Pois! tem que voltar: para conhecer mais um pouco do que o Portugal faz na música. Assim como acontece com a França e a Uh La La, os meninos do Sounds European! vão trazer as novidades do mercado musical luso.

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Uh La La #28 – Conheça as opções da França para o Eurovision 2018!

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Reprodução Instagram: artistas da segunda semifinal do Destination Eurovision

Allo, amis!

Amanhã acontecerá a segunda semifinal do Destination Eurovision, a seletiva nacional da França para o Eurovision deste ano.

O Destination Eurovision é apresentado pelo cantor canadense Garou, uma das grandes estrelas da música francófona. As 18 músicas participantes foram divididas em duas semifinais com nove músicas cada. Um júri composto pelos franceses Amir, Isabelle Boulay e Christophe Willem e três jurados internacionais classificarão quatro músicas de cada semi para a grande final, a acontecer ao vivo no dia 27 de janeiro. Na final, o vencedor será escolhido conjuntamente por um jurado internacional e o voto do público.

A primeira semifinal aconteceu na semana passada. Em um show ágil e engraçado por momentos, classificaram para a final Lisandro Cuxi (com Eva), Emmy Liyana (com Ok Ou KO), Malo’ (com Ciao) e Louka (com Mamma Mia). A primeira semifinal também teve show dos juris: juntos, interpretaram clássicos do Eurovision (Waterloo, de Abba; Ne Partez Pas Sans Moi, da Céline Dion; Rise Like A Phoenix, da Conchita Wurst; e J’Ai Chérche, do próprio Amir).

A seguir, vamos repassar as músicas concorrentes na segunda semifinal do Destination Eurovision, que irá ao ar no próximo sábado, dia 20.

Destination Eurovision – Participantes da segunda semifinal

Lucie – My World

Madame Monsieur – Mercy

Jane Constance – Un Jour J’Ai Rêve

Nassi – Rève De Gamin

Igit – Lisboa Jérusalem

Max Cinnamon – Ailleurs

Sarah Caillibot – Tu Me Manques

Sweem – Là-Haut

June The Girl – Same

 

Podem acompanhar o Destination Eurovision desde as 17h55 (horário de São Paulo) no Facebook oficial da France 2.

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1, 2, 3 Go!

Operación Triunfo e cinco concorrentes para o Eurovision

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Rosa representou a Espanha no Eurovision 2002 com Europe's Living a Celebration

Hola LatinPop Brasil!

Durante essa semana, a TVE anunciou que o representante da Espanha no Eurovision 2018 vai sair da atual temporada de Operación Triunfo.

OK, voltando… Essa fórmula foi utilizada dos anos 2002 a 2004. Uma seleção a parte era feita com os finalistas de cada edição. Nosso post de hoje vai mostrar pra vocês um pouco dos concorrentes dessas finais nacionais.

1. David Bisbal – Corazón Latino

Pouca gente se lembra, mas o Operación Triunfo surgiu como uma grande final nacional para escolher o representante da Espanha no Eurovision 2002. O sucesso discográfico do formato aconteceu “sem querer”.

Corazón Latino não apenas foi a música com a que David Bisbal quase foi ao Festival, mas também foi o primeiro single de uma carreira gigante. Histórico!

2. Ainhoa Cantalapiedra – Mi razón de vivir (2003)

A cantora vitoriosa da segunda edição do Operación Triunfo, mas não conseguiu vencer a final nacional de seu país. Com 31% dos votos, Mi razón de vivir ficou em segundo lugar. Ainda bem, porque tem cara, pinta e dancinha flop.

3. Ramón del Castillo – Para llenarme de ti (2004)

Ramónzito pode ter ficado com a segunda colocação em OT3, mas carimbou seu passaporte para Istambul com a dançante Para llenarme de ti. Ele conseguiu a décima colocação para seu país.

4. Beth – Dime (2003)

Uma das melhores músicas da Espanha no Eurovision, na minha singela opinião. Beth ficou em terceiro lugar no OT2 e em oitavo na edição do Eurovision daquele ano, que aconteceu em Riga (Letônia). Ah! Ela concorreu na final nacional com o futuro ex, Manuel Carrasco, que ficou na última colocação na NF, não nos nossos corações.

5. Rosa – Europe’s living a celebration (2002)

A única pessoa que deve o cacife de vencer tanto o Operación Triunfo e a final nacional foi Rosa.

Ela conseguiu quase metade dos votos da final nacional e, no festival, conseguiu alcançar a sétima colocação. A cantora também participou da festa de 60 anos do Eurovision cantando um medley com vários sucessos da Espanha.

Por hoje é só. Buenas 😉

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