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De Cara Com Gaby

Precisamos falar sobre Anahi e feminismo

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Anahi: da fama à sombra do marido político

Vamos falar sério hoje? Porque eu estive pensando muito desde que os rumores sobre a possível volta da Anahi em um dueto com a Thalia vieram à tona nesta semana.

Feminismo é escolha, é o direito de agir como bem entender. Exatamente por isso, não sei bem o que pensar sobre a ex-RBD. Ela, claramente, escolheu a vida em família e a maternidade. Se por decisão própria, deve ser respeitada, certo?

Mas aí eu fico aqui dando voltas e voltas na minha cabecinha: com o seu girlpower, não é quase um desserviço que seu talento fique encarcerado no papel de primeira-dama, mãe e mulher de político?

Longe de mim, Gaby Gazzola, dona de um currículo tão errante, querer palpitar, mas já palpitando nas escolhas da rainha do RBD.

Só eu vejo que tem uma tristezinha lá no fundo daquele olhar radiante? Será mesmo tão difícil conciliar carreira e família? Olha aí a própria Thalia fazendo isso – bem ao seu modo, claro. Ou a Laura Pausini, mãe da pequena Paola, alguns discos lançados depois da maternidade e várias turnês.

Sim, foram escolhas. Anahi fez a dela e devemos respeitar. Mas, com todo o perdão do meu francês, P#[email protected]% de escolha errada que nos tirou um talento latino da rota.

E se o casamento com político der errado? Não é torcida contra, não. Eu brinco muito, mas se eles são felizes, que sejam para sempre. Mas e se…

Porque, migs, na configuração atual de vida da nossa eterna Mia Colucci não há espaço para a música. Ela não vai voltar. Nem em dueto, nem solo, nem nada. 

Manuel Velasco, o marido, sonha com a presidência do México. Ainda que faltem alguns anos para a nova tentativa, ela precisará ficar à sua sombra e construir a ideia de família de comercial de margarina para os mexicanos. E os sonhos dela? Os reais só ela mesmo é quem sabe.

Não seria lindo se ela voltasse linda e plena, arrasando com algum single, disco, turnê, aquela barriga zerada e toda a exuberância para mostrar ao país, com aquela cultura machista tão arraigada, que é possível ser mãe, mulher, primeira-dama e uma senhora artista?

Mana Anahi, não é intromissão, menos ainda um desrespeito a sua escolha. Tamo junta para o que você decidir. Mas que dói te ver longe dos palcos, ah dói.

Ah se aquele Instagram dela, que mais parece campanha política, falasse a verdade…

E é isso… tava bem reflexiva essa semana.

Vamos ver se passa a bad para o próximo sábado.

Bacio al hombro, 

G.G.

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