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Ahh... Itália

As dez melhores músicas da Itália em 2016 (parte 1)

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Imagem do vídeo clipe de 100 Mila Watt, da cantora italiana Dolcenera, um dos melhores lançamentos da músicas da Itália em 2016

Olá, leitores do LatinPop Brasil!

Fim de ano não é fim de ano sem que haja listas e mais listas com o que de melhor (e de pior) o período ofereceu. E o Aah… Itália não poderia fugir à regra: assim como em 2015, este colunista reserva as duas últimas semanas de dezembro para elencar as dez melhores canções italianas que foram lançadas durante o ano.

Vale ressaltar: este ranking que eu oferecerei não tem a menor pretensão de ser definitivo, e nem é a lista oficial do LatinPop Brasil. Ele é um top ten exclusivamente meu, com o meu gosto pessoal – as dez canções que eu mais curti durante 2016. Portanto, sintam-se no direito de discordar (ou de concordar, óbvio, que eu acharia ótimo!) e, inclusive, criar suas próprias listas na nossa área de comentários.

Neste texto, apresentarei as canções que ficaram do 10º ao 6º lugar. No da próxima semana, virá o top five. Só para guardar um pouquinho de suspense, sabe como é, né?

As 10 melhores músicas da Itália em 2016

10. Giusy Ferreri – Come Un’Ora Fa

É a canção que mostra, para quem só a conhecia de Roma-Bangkok, que a Giusy tem muito mais a oferecer do que pode demonstrar no dueto com a Baby K.

9. Arisa – Una Notte Ancora

Com Uma Notte Ancora, Arisa demonstrou rara versatilidade – explorando campos da música pop que eram inéditos em sua carreira. Uma canção que, além de excelente, foi surpreendente.

8. Modà – Passione Maledetta

Passione Maledetta é o single que o Modà vinha precisando, para mostrar que ainda está no auge. Estupendo!

7. Marco Carta – Stelle

O Marco Carta teve um ano brilhante, com o – a meu ver – melhor álbum italiano de 2016. E Stelle é um dos principais destaques deste trabalho.

6. Dolcenera – 100 Mila Watt

É sempre ótimo ver a Dolcenera sendo a Dolcenera!

Ahh... Itália

As dez melhores músicas da Itália em 2016 (parte 2)

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Comunque Andare, da Alessandra Amoroso, é uma das melhores músicas da Itália em 2016

Olá, leitores do LatinPop Brasil!

Assim como em 2015, este colunista listou suas dez músicas da Itália prediletas lançadas durante o ano. Semana passada, esta retrospectiva teve seu início, apresentando as músicas que ocuparam do 10º ao 6º lugar do ranking. Hoje, concluiremos o top ten, exibindo os cinco singles que, na opinião do Aah… Itália, foram os melhores de 2016.

Aproveito o momento para desejar a todos os leitores um 2017 maravilhoso, cheio das mais belas emoções e memórias – e com muita música italiana de primeira qualidade!

Aqui está o, a meu ver, top five da Itália em 2016:

As 10 melhores músicas da Itália em 2016 – Parte Final

5. Emma – Io Di Te Non Ho Paura

Emma renascida, melhor do que nunca, com uma canção extremamente forte, em todos os aspectos – voz, letra, clipe…

4. Marco Carta – Non So Più Amare

Sim, uma canção do Marco Carta já esteve na lista deste ano: Stelle, na 7ª colocação. Porém, como escrevi semana passada, Come Il Mondo foi o melhor álbum de 2016 – tão bom, que dois singles mereceram estar neste top ten. Non So Più Amare é a perfeição do pop-rock.

3. Simonetta Spiri, Greta, Verdiana, Roberta Pompa – L’Origine

Simonetta, Greta, Verdiana e Roberta são quatro mega talentos, com quatro vozes excelentes. Primeiramente, elas lançaram L’Amore Merita – e deram a sensação de que ficaram devendo. Mas a segunda tentativa pagou essa dívida, com muitos juros: L’Origine foi capaz de reunir o que há de melhor das quatro. Viciante!

2. Alessandra Amoroso – Comunque Andare

Após um período um pouco estranho na carreira, em que dava a impressão de que talvez estivesse em decadência, a Alessandra Amoroso renasceu em 2015 e 2016, mostrando que ainda tem muita lenha para queimar. Comunque Andare é daquelas músicas que dá para ouvir em repeat eterno, sem cansar.

1. Elisa – No Hero

2016 foi o ano da Elisa. Comunque Andare é composta por ela. No Hero, também. E, a meu ver, No Hero não é só indiscutivelmente a melhor música italiana de 2016: é a melhor canção do ano do mundo inteiro! Incomparável!!

Vale ressaltar: este ranking não tem a menor pretensão de ser definitivo, e nem é a lista oficial do LatinPop Brasil, que você confere a partir do dia 1º de janeiro! Este é um top ten exclusivamente meu, com o meu gosto pessoal – as dez canções que eu mais curti durante 2016.

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Ahh... Itália

Renascendo como uma fênix: a nova Emma Marrone

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Emma Marrone, no ensaio para a capa do seu novo álbum, que marcou um novo momento de sua carreira

Olá, leitores do LatinPop Brasil!

Tudo começou no Eurovision. Ou melhor: tudo “acabou” no Eurovision. Acabou e renasceu.

Em maio de 2014, a vice-deusa da música italiana, Emma Marrone, representou a Itália no Eurovision com a sua excelente La Mia Città. O resultado não foi dos mais agradáveis: Emma ficou entre os últimos colocados da final do festival (21º lugar entre 26 finalistas). A canção, diga-se a verdade, merecia muito mais do que isso – apesar de a performance de palco ter sido um pouco questionável. Contudo, para a história, este momento marcou a carreira da Emma não pela injustiça, e sim por um outro fato.

Após sua participação no festival em Copenhague, Emma deu uma pequena pausa em seu trabalho. E, como se tivesse ouvido o conselho da vencedora do Eurovision daquele ano, renasceu como uma fênix.

Até 2014, a Emma tinha um estilo muito característico para praticamente todas as suas canções. Instrumentais bastante fortes, oferecendo uma mistura de pop-rock com um tempero extremamente italiano, liderados por uma voz sempre em 220 volts, marcando a música do primeiro ao último minuto. Não era tarefa das mais difíceis ouvir a uma faixa e concluir que era da Emma.

Morte e vida

Em junho de 2015, quando retornou de sua pequena pausa, Emma trouxe Occhi Profondi. E se mostrou disposta a “virar o disco”. Quem estava acostumado à música dela até 2014 estranhou a nova canção – e, presumo, demorou meses até compreender o que estava acontecendo. Single após single, Emma sinalizou: era uma nova artista, diferente daquela que se apresentava até o ano anterior. Ela estava disposta a explorar campos da música pop que ainda não tinha provado, sem medo de ser feliz.

O exemplo mais claro deste novo momento da cantora foi Il Paradiso Non Esiste. Esta faixa não caberia em nenhum momento da carreira dela até 2014 – seria uma canção muito mais próxima da Annalisa, por exemplo. Entretanto, hoje em dia, faz total sentido: é só observar a atual sequência de singles, para concluir que o tema que ela propõe é exatamente não ter tema, não ter estilo fixo.

No início desta mudança, confesso que estranhei a nova Emma. Atualmente, a amo ainda mais. Em 2014, ela já tinha uma carreira consolidada e uma base de fãs grande. Ou seja: ela poderia simplesmente se acomodar na fama, e manter o mesmo estilo por anos e anos. Mas não. Ela teve coragem de, mesmo assim, buscar novas possibilidades. E o melhor: mantendo a altíssima qualidade, o tempo todo.

Não sei se há algo de especial na água dinamarquesa. Nem posso afirmar, com toda a certeza, que foi o Eurovision que a fez repensar os caminhos da carreira. De qualquer maneira, uma coisa é certa: ali, naquele palco em Copenhague, uma Emma terminou. E, pouco tempo depois, uma nova, muito mais ousada, muito mais versátil, nasceu.

Um camaleão com capacidade única de se reinventar. Uma fênix que ressurgiu maior e melhor do que antes. Ainda bem, para todos nós que amamos sua música!

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